segurança – Grupo Unifort Segurança 24h! https://unifortseguranca.com.br A ocorrência acontece onde a prevenção falha Sat, 17 May 2025 00:20:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://unifortseguranca.com.br/wp-content/uploads/2020/09/avatar-150x150.png segurança – Grupo Unifort Segurança 24h! https://unifortseguranca.com.br 32 32 Tudo que você precisa saber em 2025 sobre guarda ou vigia https://unifortseguranca.com.br/carreira-guarda-vigia-requisitos-salario/ https://unifortseguranca.com.br/carreira-guarda-vigia-requisitos-salario/#respond Thu, 03 Apr 2025 06:25:08 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=7850

Guia para quem quer ser contratado: Profissão de Guarda e Vigia

Se você está considerando seguir carreira como guarda ou vigia, este conteúdo é completo e foi desenvolvido pensando em responder as principais dúvidas sobre tudo que envolve essas duas profissões fundamentais no setor de segurança. Sabemos que muitas dúvidas surgem quando se considera ingressar nesta área: Quais são os requisitos necessários? Como é o dia a dia de trabalho? Qual a remuneração média? Existem oportunidades de crescimento profissional? Este documento responderá a todas essas questões e muito mais. Sem enrolação, vamos te mostrar tudo que você precisa saber, sem aquela linguagem complicada e cheia de firulas.

Vamos falar de uma verdade que todo mundo sabe: enquanto existir gente nesse mundo, vai existir emprego pra segurança! É sério, essa é uma área que nunca fica na pista, tá sempre com trampo disponível. Por quê? Simples: as pessoas são complicadas demais! A realidade é que a segurança é um campo que nunca perde sua relevância. Com pessoas e empresas cada vez mais preocupada com proteção do patrimônio e segurança pessoal, quem é qualificado nessa área tá com o futuro garantido. Todo lugar precisa de alguém de olho: condomínios, empresas, bancos, shoppings, hospitais… a lista não tem fim!

É aquela coisa: enquanto tiver gente querendo o que não é seu (e sempre tem!), vai precisar de alguém pra proteger o que é dos outros. Sem contar que hoje em dia, com tanta malandragem rolando por aí, ninguém quer deixar o patrimônio na mão da sorte, né?

E olha, não é só por causa de ladrão não! É pra organizar também. Quem nunca viu aquela confusão na portaria de prédio porque visitante quer entrar sem autorização? Ou aquela treta no estacionamento do shopping por causa de vaga? Pois é, em qualquer lugar onde tem um monte de gente junta, precisa de alguém pra botar ordem na bagunça!

Ao longo deste material, você encontrará informações detalhadas sobre qualificação necessária, diferenças entre as funções, aspectos legais, condições de trabalho, perspectivas de carreira e muito mais. Nosso objetivo é fornecer todos os elementos para que você tome uma decisão informada sobre seguir este caminho profissional.

Saiba desde já, trabalhar como guarda ou vigia não é moleza, mas pode ser uma ótima porta de entrada para o mercado de trabalho na área de segurança! Bora entender direitinho essa profissão?

Então vamos começar!

Guia da profissão de guarda e vigia: O que é preciso saber para começar?

1. O que é um guarda ou vigia?

Um guarda ou vigia é uma pessoa que cuida e protege lugares como prédios, empresas ou áreas específicas. Seu trabalho é observar o local, controlar quem entra e sai, e fazer rondas para evitar problemas. Ele não enfrenta criminosos diretamente, mas avisa as autoridades quando percebe algo errado.

O guarda trabalha como os “olhos” do lugar que protege. Ele identifica problemas, controla a entrada e saída de pessoas e carros, e garante que as regras de segurança sejam seguidas. Este trabalho exige muita atenção, bom senso e agilidade para tomar decisões rápidas quando algo inesperado acontece.

Imagina só a cena: você tá lá fazendo a ronda noturna num condomínio e de repente escuta um barulho estranho vindo da área da piscina. O coração já dispara! Será um invasor? Um ladrão profissional? Nada disso! É apenas o morador do 502 que decidiu dar um mergulho às 3 da manhã porque “tava com calor” e “esqueceu” que o horário da piscina é até as 22h! 🤦‍♂️

Sem falar nas “emergências” que os moradores inventam: “Seu guarda, PRECISO que você suba até meu apartamento AGORA! É URGENTE!”. E quando você chega todo preparado pro pior… é só pra ajudar a trocar uma lâmpada que nem tá queimada, só tava com o interruptor desligado! 💡

Mas, brincadeiras à parte, estas situações cotidianas mostram como o trabalho exige não só atenção, mas também paciência e um bom jogo de cintura para lidar com todo tipo de pessoa e situação inusitada!

Muita gente que virou ou vira guarda ou vigia tinha mesmo era o sonho de ser policial do BOPE, né? Mas aí a vida aconteceu, o concurso tava difícil demais, a preparação não rolou como devia… e tá tudo bem! A segurança privada é aquele “plano B” perfeito, que, sinceramente, tem muito mais oportunidade!

É tipo aquela história: “queria ser o Capitão Nascimento mas to feliz demais como capitão do condomínio” – e olha, não tem problema nenhum nisso! Inclusive, tem muito ex-policial e militar que depois de aposentado vai trabalhar na segurança privada porque o ambiente é menos estressante (e o risco de levar tiro diminui consideravelmente! 😅).

A profissão de vigia não é regulamentada por lei, e não exige um curso de formação específico para o seu exercício. O vigia desempenha a função de observar, fiscalizar, zelar, cuidar e vigiar o patrimônio alheio, não tem a atribuição de oferecer resistência a ações criminosas, limita-se a solicitar apoio aos Órgãos de Segurança Pública. Neste contexto, não tem autorização legal para porte de arma em serviço. Ele pode atuar fazendo rondas ou sendo garagista.

Mesmo sem precisar de formação específica para ser vigia, fazer cursos básicos de segurança ajuda a conseguir emprego e a trabalhar melhor. O trabalho de vigia ou guarda inclui turnos de dia e de noite, fins de semana e feriados, dependendo do local. Para trabalhar nessa área, é importante estar pronto para horários variados.

Tem alguma diferença entre os dois?

Basicamente não. Algumas pessoas chamam de “guarda” quem trabalha em um lugar fixo (como portarias) e “vigia” quem faz rondas. Mas essa diferença não é oficial no mercado de trabalho. O mais importante é saber que guardas e vigias trabalham prevenindo problemas, observando o que acontece, sem poder enfrentar criminosos ou usar armas. Se você quer seguir essa carreira, lembre-se que seu trabalho será basicamente: observar, informar e chamar a polícia quando necessário.

A grande vantagem é que você não precisa daquele tanto de preparo físico, nem passar por um treinamento intensivo estilo tropa de elite. Mas ainda assim, você continua sendo uma figura de autoridade, só que com menos burocracia e perigo. É como dizem por aí: “mesma energia, voltagem menor!” kkkk

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Tudo que você precisa saber em 2025 sobre guarda ou vigia 1

O que faz uma pessoa que trabalha como guarda ou vigia? Quais as funções diárias?

No dia a dia, quais são as principais responsabilidades incluem diversas tarefas essenciais para garantir a segurança e a ordem no local de trabalho. Vamos detalhar as principais funções:

Controle de acesso

Uma das tarefas mais importantes é controlar quem entra e sai do local. Isso inclui:

  • Primeiro de tudo ser um querido ou querida né? Guarda ou vigia não precisa ter cara de cachorro bravo todo tempo. Impor respeito sim, mas mal humor jamais. Educação e cordialidade te fazem ficar anos e anos em um bom emprego. Bom dia, boa tarde, boa noite é básico. Agora quando der e se a situação permitir, ser gentil do tipo: eaiii, como vai a vida seu José? Bãumm mesmo! E você dona Maria, quer alguma ajuda pra levar as compras? Entendeu né. Questão de ser uma pessoa útil, gentil e agradável no ambiente.
  • Verificar identificações de funcionários, visitantes e prestadores de serviço. Cara crachá, cara crachá!
  • Registrar a entrada e saída de pessoas em livros de ocorrência ou sistemas eletrônicos. Isso aqui é primordial hein! ANOTE TUDOOOO, absolutamente tudo sobre as entradas e saídas.
  • Entregar crachás temporários para visitantes
  • Orientar pessoas sobre onde devem se dirigir dentro do estabelecimento
  • Impedir a entrada de pessoas não autorizadas.

Imagine um visitante que “esqueceu” o documento e fica irritado quando você não deixa entrar. Mantenha a calma! É melhor aguentar uma cara feia do que depois explicar para o chefe como alguém sem identificação entrou no prédio. Aquele momento em que você percebe uma pessoa suspeita rondando o local há horas. Não é paranoia sua, é o seu sexto sentido de segurança apitando! Confie nele e siga o protocolo. Quando o novo morador do condomínio insiste que “não precisa se identificar porque mora aqui”. Respire fundo e explique educadamente que as regras são para todos, mesmo para o cara do 1201 que acha que é dono do prédio. Na empresa onde um funcionário quer entrar sem crachá pela milésima vez. “Só hoje, vai?” Não vai não! Regras existem por um motivo e você está lá justamente para garantir que sejam cumpridas.

SABER DIZER NÃO PODE SALVAR SEU EMPREGO VIU?!

Rondas de segurança

Realizar rondas periódicas é CRUCIAL – é quando você vira praticamente um detetive de verdade:

  • Verificar portas e janelas – porque aquela janelinha que parece fechada mas está só “encostadinha” pode ser o convite perfeito para uma visita indesejada! 🚪
  • Identificar equipamentos ligados fora do expediente – salvar o planeta e a conta de luz da empresa ao mesmo tempo, quem não quer ser esse herói?
  • Conferir áreas restritas – porque tem sempre aquele engraçadinho que acha que “PROIBIDA A ENTRADA” é apenas uma sugestão…
  • Verificar sinais de invasão ou vandalismo – nada como aquela sensação de “hm, não lembro desse arranhão gigante na parede ontem… 🤔”
  • Observar vazamentos e riscos de incêndio – porque ninguém quer explicar ao chefe como um “pequeno vazamento” virou o novo Parque Aquático da empresa!

Caso real: A ronda que evitou uma grande catástrofe

Em uma noite aparentemente tranquila, Jorge, um guarda vigia de uma fábrica de produtos químicos, salvou a empresa de um desastre durante sua ronda de rotina:

  • Enquanto fazia sua ronda às 2h da manhã, Jorge percebeu um cheiro estranho vindo do depósito – aquele famoso “isso não cheirava assim quando passei aqui há 1 hora”. Muitos teriam ignorado, mas ele decidiu investigar.
  • Ao entrar no depósito, notou um pequeno vazamento em um dos tanques de produto químico. O líquido estava se aproximando perigosamente de equipamentos elétricos – o combo perfeito para aquela manchete de jornal que ninguém quer ver!
  • Imediatamente, seguiu o protocolo: isolou a área, cortou a energia do setor e acionou a equipe de emergência antes que o problema se tornasse uma tragédia.

O engenheiro responsável depois calculou que, se o vazamento não tivesse sido detectado naquela ronda, poderia ter causado um incêndio ou explosão em apenas mais 2 horas. A ronda de rotina de Jorge economizou milhões em danos e, mais importante, evitou acidentes com vítimas.

Como o próprio gerente disse no dia seguinte: “Achei que estava pagando por um guarda, mas na verdade contratei um super-herói de uniforme que não precisa de capa!”

Monitoramento de sistemas: porque assistir filme de ação é tão melhor quando é na câmera do shopping ou quando a tela do computador vira sua bola de cristal!

Muitos guardas também são responsáveis por:

  • Acompanhar imagens de câmeras de segurança – aquele momento em que você precisa ter olhos de águia para descobrir se o movimento suspeito no corredor 3 é um ladrão ou só o gato do vizinho que entrou sem permissão! 👀
  • Monitorar alarmes e sistemas de detecção de incêndio – porque quando aquele alarme dispara às 3 da manhã, você precisa descobrir se é um incêndio real ou apenas alguém que resolveu fazer churrasco na sala de reuniões…
  • Verificar sistemas de controle de acesso eletrônico – garantir que a porta que deveria abrir apenas para o diretor não esteja liberada para a equipe inteira fazer festinha na sala VIP!
  • Observar sensores de movimento e perímetro – aquela sensação de “será que é uma invasão ou só um passarinho MUITO determinado a entrar no prédio?” 🐦

Em um shopping center, o guarda pode trabalhar em uma central de monitoramento, observando dezenas de câmeras simultaneamente para identificar comportamentos suspeitos ou situações de risco.

Nos condomínios, o guarda precisa ter olhos de águia para:

  • Observar o sistema de CFTV do condomínio – aquela sensação de ser o Big Brother oficial, só que sem o prêmio milionário no final… apenas a satisfação de pegar o morador do 302 jogando lixo fora do horário! 📹
  • Controlar o portão eletrônico – porque sempre tem aquele morador impaciente que buzina 37 vezes em 10 segundos quando o portão demora meio segundo a mais para abrir!
  • Monitorar áreas comuns como piscina e playground – “Não, crianças, jogar o gato do vizinho na piscina NÃO está nas regras do condomínio!”
  • Verificar o funcionamento do interfone – o dispositivo mágico que sempre falha exatamente quando o morador está com as mãos ocupadas carregando 15 sacolas de compras!
  • Acionar alarmes de emergência quando necessário – distinguindo com maestria quando é uma emergência real ou só o aniversário surpresa do síndico com muita gritaria!

Em um condomínio residencial, o vigia pode precisar monitorar as imagens das câmeras da garagem e simultaneamente atender o interfone, registrar entregas e ainda lidar com aquele morador que insiste que “a regra de não fazer barulho depois das 22h não se aplica à festa de aniversário dele”.

Em um shopping center, o guarda pode trabalhar em uma central de monitoramento, observando dezenas de câmeras simultaneamente para identificar comportamentos suspeitos ou situações de risco.

Controle de veículos: quando você vira praticamente um agente de trânsito particular!

Em condomínios, o guarda de veículos transforma-se em um maestro do trânsito local:

  • Registra visitantes e suas placas – “Seu nome e o apartamento que vai visitar? E não, não adianta dizer que ‘só vai entregar uma pizza’ se estiver em um carro particular…” 🧐
  • Controla as vagas de visitantes – aquela habilidade sobre-humana de lembrar quem estacionou onde há mais de 72 horas e provavelmente esqueceu que tem carro!
  • Evita brigas por vagas – porque todo condomínio tem aquele morador que jura que a vaga comum na frente do bloco é “praticamente dele”
  • Orienta entregadores e prestadores de serviço – “Não, o apartamento 204 não fica no segundo andar desse prédio… esse aqui é o bloco C, você quer o bloco A que fica depois daquele jardim, virando à esquerda, passando a churrasqueira…”
  • Controla a velocidade interna – ser aquele olhar reprovador para o morador do 501 que acha que a garagem do condomínio é uma pista da Fórmula 1!

Em muitos locais, o guarda também:

  • Controla a entrada e saída de veículos – “Não, senhor, aquela Ferrari não é sua. A sua é o Uno com escada em cima, lembra?” kkkk 🚗
  • Verifica autorizações para estacionamento – porque sempre tem alguém que acha que “visitante rápido” significa “posso estacionar na vaga do presidente por 5 horas”
  • Orienta sobre locais permitidos para parar – transformando-se em um GPS humano: “Siga em frente, vire à direita, NÃO ESTACIONE NESSA VAGA!”
  • Registra placas e horários – um trabalho que exige precisão digna de um contador, mas para carros!
  • Inspeciona veículos quando necessário – aquele momento constrangedor de pedir para olhar o porta-malas e encontrar a coleção de pelúcias do motorista…

Em empresas, o guarda pode verificar o porta-malas de carros na saída, como medida preventiva de segurança patrimonial.

Atendimento e comunicação: metade segurança, metade recepcionista!

O guarda ou vigia também precisa:

  • Atender chamadas telefônicas em portarias – “Portaria do Edifício Segurança Total, em que posso não ajudar porque estou ocupado garantindo que ninguém roube o prédio?” 📞
  • Receber e direcionar correspondências e encomendas – tornando-se o Papai Noel não-oficial do local durante todo o ano
  • Fornecer informações básicas a visitantes – desde “onde fica o banheiro?” até “por que o céu é azul?” (ok, talvez não essa última)
  • Comunicar-se via rádio com outros profissionais de segurança – aquele momento “Águia 1 para Central, temos um homem suspeito no setor B… ah não, é só o gerente com novo corte de cabelo”
  • Acionar serviços de emergência quando necessário – porque nem todo herói usa capa, alguns usam uniforme de guarda e telefone de emergência!

Em um edifício comercial, o guarda pode ser o primeiro contato de visitantes, tendo que orientá-los sobre a localização de salas e departamentos.ntos.

Registro de ocorrências: o diário de um guarda é mais emocionante que muito reality show!

Documentar eventos é uma responsabilidade fundamental:

  • Registrar ocorrências em livros ou sistemas próprios – TUDO deve ser registrado! Até aquela barata gigante que fez você pular da cadeira às 2 da manhã merece uma entrada no livro de ocorrências! Não, ah barata é só brincadeira pra você continuar lendo esse texto gigante.
  • Documentar situações irregulares ou suspeitas – “Às 14:32, o Sr. João da contabilidade foi flagrado roubando o lanche de alguém da geladeira comunal. Providências tomadas: olhar feio e balançar a cabeça em desaprovação.”
  • Anotar horários precisos de eventos importantes – ser mais preciso que um relógio suíço, porque “mais ou menos às 3 horas” não é um horário aceitável num relatório profissional!
  • Elaborar relatórios de turno para a equipe seguinte – aquela passagem de bastão mais detalhada que novela das 9: “e então, no corredor do terceiro andar…”

Por exemplo, ao perceber uma porta que deveria estar trancada e está aberta, o guarda registra a ocorrência, informando local, hora e as providências tomadas.ora e as providências tomadas.

Todas essas responsabilidades exigem atenção constante, boa comunicação e capacidade de tomar decisões rápidas em situações inesperadas. Embora o guarda ou vigia não tenha poder de polícia, seu trabalho preventivo é fundamental para evitar problemas e manter a segurança do local.

Qual a diferença entre ser guarda, vigia, porteiro e vigilante? As funções são as mesmas?

Resumidamente mesmo, a resposta é não. O vigilante é um profissional regulamentado pela Lei 7.102/83, que exige curso de formação específico, pode portar arma de fogo em serviço e atua em segurança privada com competências mais amplas. O porteiro, por sua vez, tem função principal de controlar o acesso de pessoas e veículos, receber correspondências e atender interfones, não tendo responsabilidade direta pela segurança como os demais. Enquanto guardas e vigias focam na observação e prevenção, o vigilante pode intervir em situações de risco, e o porteiro centra-se no controle de acesso e atendimento ao público. Na prática, muitas vezes as funções se sobrepõem, mas é importante entender essas diferenças, especialmente quanto às exigências legais e limites de atuação de cada profissão.

Você pode ler mais sobre as diferenças aqui: Diferença entre segurança, vigilante, guarda, vigia e porteiro

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Em quais tipos de locais um guarda/vigia pode trabalhar? 

Você pode trabalhar em uma grande variedade de locais, cada um com suas “particularidades/frescuras” e desafios/BOS. Resumindo o mercado de trabalho em:

  • Condomínios residenciais: controlando acesso de moradores, visitantes e prestadores de serviço, realizando rondas nas áreas comuns e monitorando sistemas de segurança. Quer ver só? Aquele momento em que você precisa decidir se a “festa surpresa” às 3 da manhã é realmente permitida ou se os vizinhos vão te caçar no dia seguinte!
  • Edifícios comerciais: responsáveis pela segurança de escritórios, controlando o fluxo de pessoas, verificando credenciais e orientando visitantes. É sério mesmo que o cara esqueceu o crachá pela quinta vez esta semana e ainda espera que você lembre o nome dele?
  • Empresas e indústrias: protegendo o patrimônio, controlando entrada e saída de funcionários e materiais, e fiscalizando áreas restritas. Aquela hora crucial em que você precisa decidir se o funcionário está realmente levando o laptop da empresa “para trabalhar em casa” ou se é hora de fazer aquela ligação para o chefe…
  • Shoppings centers: atuando no monitoramento de câmeras, controle de fluxo, prevenção de furtos e orientação ao público. Nada como aquele momento em que você precisa explicar pela milésima vez onde fica o banheiro – que está literalmente a 5 metros com uma placa GIGANTE!
  • Instituições de ensino: garantindo a segurança de alunos e funcionários, controlando acesso aos campi e estacionamentos. E aí tem aquela situação clássica de tentar identificar se o adulto na porta da escola é realmente o pai/responsável ou só alguém querendo entrar sem autorização! Meu Jesus, ou coisa pior né?! DE OLHOS BEM ABERTOS!
  • Hospitais: controlando acesso a diferentes setores, orientando visitantes e garantindo a tranquilidade do ambiente. O dilema real: será que essa pessoa correndo pelos corredores é um médico atendendo emergência ou alguém que não deveria estar ali?
  • Estacionamentos: supervisionando a entrada e saída de veículos, protegendo os carros e orientando motoristas. Tem sempre aquele motorista que jura que “só vai estacionar por 5 minutinhos” em área proibida e volta 3 horas depois!
  • Eventos temporários: shows, feiras, congressos e exposições, onde atuam no controle de acesso e preservação da ordem. O maior teste para sua paciência: explicar pela centésima vez que “ingresso do dia de ontem não serve para o show de hoje”!
  • Canteiros de obras: protegendo materiais e equipamentos, controlando o acesso de trabalhadores e visitantes. Aquela sensação de que você precisa ter olhos nas costas para garantir que nenhum material “desapareça misteriosamente” durante a noite!
  • Áreas de lazer: parques, clubes e centros esportivos, garantindo a segurança dos frequentadores. Nada como tentar explicar ao senhor de 70 anos por que ele não pode mergulhar na piscina usando apenas cueca em vez de sunga… 🏊‍♂️

Quais desses geralmente oferecem os melhores pagamentos?

  • Indústrias e empresas de grande porte: especialmente aquelas que lidam com materiais valiosos ou informações sensíveis, costumam pagar melhor pela segurança
  • Condomínios de alto padrão: em bairros nobres, podem oferecer salários acima da média para atrair profissionais mais qualificados
  • Instituições financeiras: bancos e empresas do setor financeiro geralmente remuneram melhor seus guardas devido à maior responsabilidade
  • Eventos VIP: trabalhos temporários em eventos com personalidades ou público seleto podem pagar diárias superiores à média do mercado

Em média, conforme dados de 2023-2024, as remunerações para guardas e vigias no Brasil variam entre R$ 1.300 e R$ 2.200, podendo chegar a R$ 3.000 em casos específicos com adicional noturno, periculosidade ou em regiões metropolitanas de maior custo de vida. É importante saber que profissionais com cursos extras, como de bombeiro civil ou primeiros socorros, geralmente conseguem salários melhores, não importa onde trabalhem.

Cada local de trabalho tem suas próprias regras e desafios. O que torna esse trabalho interessante é justamente a variedade de lugares onde você pode atuar e as diferentes habilidades que vai desenvolver.

É uma profissão perigosa? Quais os riscos envolvidos? 

Como já explicamos o risco é baixo em comparação as outras funções relacionadas ao setor de segurança. Mas a verdade é que, se tem a ver com segurança, sim, de certa forma e em situações muito incomuns, tem certos riscos que variam conforme o local de trabalho e as circunstâncias. É importante ter uma visão realista sobre esses riscos:

  • Confrontos: embora o guarda ou vigia não deva enfrentar criminosos diretamente, existe a possibilidade de se deparar com situações de confronto ao identificar invasores ou pessoas não autorizadas
  • Trabalho noturno: muitos profissionais trabalham em turnos noturnos, o que pode afetar o ciclo de sono, causar fadiga crônica e impactar a saúde a longo prazo
  • Isolamento: principalmente em postos noturnos ou locais remotos, o profissional pode passar longos períodos sozinho, o que pode gerar estresse psicológico
  • Exposição a intempéries: guardas que fazem rondas externas ficam expostos a condições climáticas adversas como chuva, frio ou calor intenso
  • Responsabilidade emocional: a constante vigilância e a responsabilidade pela segurança de pessoas e patrimônio podem gerar pressão psicológica significativa

Como se proteger desses riscos:

  • Busque treinamento: faça cursos de primeiros socorros, aprenda defesa pessoal básica e técnicas de abordagem
  • Cuide da saúde física: manter-se em boa forma física ajuda a lidar com a rotina diária e situações que exigem esforço
  • Aprenda os procedimentos: conheça bem todos os protocolos de emergência do seu local de trabalho
  • Use equipamentos certos: tenha sempre lanterna, rádio, calçados confortáveis e roupas adequadas para o clima
  • Cuide da mente: desenvolva formas de lidar com o estresse e a pressão do trabalho

Fica tranquilex, a boa notícia já falamos. A grande maioria dos guardas e vigias passa toda a carreira sem enfrentar situações realmente perigosas! O segredinho do sucesso? Prevenção e preparação! Um profissional que sabe antecipar problemas e está bem treinado para agir antes que as situações se compliquem consegue evitar a maioria dos riscos que poderiam surgir no trabalho. É como dizem: melhor prevenir do que remediar!

Mas e seeeee!? Vai que?! Como um guarda/vigia lida com situações de emergência, como incêndios, invasões ou violência? 

Embora o guarda ou vigia não parta para a porrada diretamente, obviamente é muito sensato estar preparado para agir adequadamente em situações de emergência. Você precisa conhecer bem o local onde trabalha. Saiba onde ficam as saídas de emergência, os equipamentos de segurança e as rotas de fuga. Isso pode salvar vidas em momentos críticos. O que faz um bom guarda ou vigia não é sair enfrentando perigos, mas sim saber evitar problemas. E quando algo acontecer, saber chamar a ajuda certa, sempre colocando a segurança de todos em primeiro lugar.

Em caso de incêndio:

  • Acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros (193)
  • Seguir o plano de evacuação estabelecido para o local
  • Orientar pessoas para as saídas de emergência de forma organizada
  • Utilizar extintores apenas em princípios de incêndio, se tiver treinamento
  • Isolar a área afetada, impedindo o acesso de pessoas
  • Informar aos bombeiros, quando chegarem, sobre possíveis vítimas e focos de incêndio

Em caso de invasão ou furto:

  • Jamais partir pra cima dos invasores, a vida da gente vale mais que qualquer coisa!
  • Ligar rapidinho pra polícia (190) ou pro pessoal da segurança, mas sem fazer alarde
  • Total atenção aos detalhes: Dar uma boa olhada na bandidagem para poder descrever depois (altura, roupa, jeito). Detalhes nesses casos que vão fazer total diferença.
  • Se der e não for arriscado, anotar a placa do carro suspeito
  • Aqui nessa situação você é autoridade. Mandar todo mundo ficar longe do lugar onde tá acontecendo o problema
  • Não mexer em nada até a polícia chegar!

Em caso de violência ou agressão:

  • Acionar imediatamente a polícia
  • Manter distância segura da situação! Sim, realmente, você não é obrigado a enfrentar situações de risco. Não tente bancar o fortão/fortona se não tem condições para isso! Sua capa imaginária não é à prova de balas, viu? A melhor forma de mostrar sua coragem é manter a cabeça fria e seguir o protocolo. Isso sim é atitude de profissional!
  • Usar sistema de comunicação para pedir reforço, se disponível
  • Mas se você estiver naqueles dias se sentindo um herói ou uma heroína cheio(a) de coragem, tente priorizar a proteção das possíveis vítimas, orientando-as a se afastarem.
  • Evitar intervir fisicamente, a menos que seja absolutamente necessário para salvar vidas
  • Registrar detalhadamente a ocorrência após a resolução

Em caso de emergências médicas:

  • Acionar o SAMU (192) imediatamente
  • Aplicar primeiros socorros básicos, se tiver treinamento, se não, vai perguntar se alguém sabe de primeiros socorros pra que ela faça isso e por fim se ninguém sabe de nada, apenas fique quieto esperando ajuda. Muitas vezes não é recomendado mexer com o corpo da vitima. Não movimentar a vítima em caso de queda ou trauma, salvo risco iminente.
  • Aqui nesse momento você pode até virar psicólogo ou terapeuta, para manter a vítima confortável e calma até a chegada do socorro.
  • Orientar a chegada das equipes de emergência até o local

Olha só, a real é que você vai se sair muito melhor em situações de aperto se estiver preparado! Mesmo que a lei não obrigue, vale super a pena correr atrás desses conhecimentos extras: Os cursos são muito baratos e faz uma diferença enorme.

  • Primeiros socorros – pra quando o bicho pegar e alguém precisar de ajuda rápida
  • Como apagar aquele comecinho de incêndio – antes que vire um problemão
  • Como falar direito na hora do pega pra capar – sem aumentar o estresse de ninguém
  • Como tirar todo mundo de um lugar em perigo – sem virar aquela correria maluca

Requisitos e qualificações: Beleza, já sabemos do básico e agora como fica a questão burocrática?

Tá pensando em entrar nesse ramo? Vamos ver o que você precisa ter na bagagem!

Qual a escolaridade mínima exigida para ser guarda/vigia?

Boa notícia pra você! Na maioria dos lugares, o ensino fundamental completo já é suficiente. Alguns locais mais exigentes podem pedir ensino médio, principalmente condomínios de luxo e empresas maiores. Mas olha só, quanto mais estudo você tiver, maiores são suas chances de conseguir vagas melhores e até salários mais gordos!

Não tem o diploma ainda? Calma que dá pra resolver! Existem programas de educação para adultos como o EJA (Educação de Jovens e Adultos) que podem te ajudar a completar os estudos rapidinho.

Preciso de algum curso ou certificado específico para atuar na área? Quais são os mais importantes?

Já explicamos, mas vamos reforçar pra ficar bem claro, pois é importante! Para vigia (aquele que não porta arma), você não precisa obrigatoriamente de certificados específicos – muitas empresas contratam e treinam na hora. Mas se quiser se destacar da galera e garantir melhores vagas, alguns cursos básicos fazem toda a diferença:

  • Curso de portaria: te ensina a controlar entradas e saídas, atender pessoas e lidar com situações do dia a dia
  • Primeiros socorros: é um diferencial e tanto! Mostra que você tá preparado pra emergências
  • Atendimento ao cliente: porque parte do trabalho é lidar com pessoas (e nem sempre elas estão de bom humor)
  • Informática básica: hoje em dia muitos lugares usam sistemas digitais de controle

Agora, se você estiver de olho em trabalhar como vigilante armado, aí a história muda de figura! Vai precisar fazer o curso de formação de vigilante (CFV) em escolas credenciadas pela Polícia Federal, que dura cerca de 200 horas. Esse curso tem validade de 2 anos e precisa ser renovado, viu?

Quais são os requisitos físicos e psicológicos necessários para a profissão?

Ninguém tá pedindo pra você ser o The Rock ou a própria Mulher-Maravilha, mas algumas condições básicas ajudam muito:

  • Saúde em dia: um atestado médico básico que comprove que você está em condições de trabalhar
  • Boa visão e audição: afinal, você vai precisar estar atento a tudo ao redor
  • Resistência física básica: principalmente para quem vai fazer rondas a pé
  • Equilíbrio emocional: saber manter a calma nas situações tensas (e olha que elas aparecem!)
  • Boa comunicação: você vai precisar se expressar bem, seja no rádio ou pessoalmente

Muitas empresas aplicam testes psicológicos simples para garantir que o candidato tem o perfil adequado. Não é nada de outro mundo, só querem saber se você consegue lidar com situações de estresse sem pirar!

Existe limite de idade para ingressar na profissão? Jovens e pessoas mais experientes podem se candidatar?

A idade é um número, meu amigo(a)! Na maioria dos casos, o requisito mínimo é ter 18 anos completos. Já limite máximo oficial não existe, desde que você tenha boa saúde e disposição pra função.

Na real, muitas empresas até preferem contratar pessoas mais maduras para algumas posições, principalmente em condomínios residenciais onde a experiência de vida e o jeitinho pra lidar com moradores contam muito.

Dito isso, é bom saber que alguns lugares (especialmente vigilância armada) podem ter restrições não oficiais para pessoas acima de 50 anos, mais pela questão da exigência física mesmo. Mas para trabalhos de portaria e controle de acesso, a idade mais avançada pode até ser uma vantagem!

É preciso ter experiência anterior em segurança ou áreas similares? Como começar sem experiência?

Relaxa que dá pra começar do zero sim! Muita gente entra nesse ramo sem nunca ter trabalhado com segurança antes. Quer umas dicas matadoras pra começar mesmo sem experiência? Toma aqui:

  • Comece como auxiliar ou folguista: essas vagas geralmente são mais fáceis de conseguir e servem como porta de entrada
  • Faça um curso básico: mesmo que não seja obrigatório, ter um certificado de portaria ou vigilância no currículo já abre portas
  • Valorize experiências relacionadas: já trabalhou com atendimento ao público? Já foi militar? Já teve funções que exigiam responsabilidade e disciplina? Isso tudo conta!
  • Demonstre características importantes: pontualidade, seriedade, boa comunicação e disposição para aprender
  • Estágios e trabalho voluntário: uma boa forma de pegar experiência enquanto busca algo fixo

E não esquece: apresentação impecável na entrevista! Roupa limpa, cabelo arrumado, postura séria. Nesse ramo, a aparência e a postura contam muito, viu?

Com essas dicas, você já tá mais que preparado pra dar os primeiros passos nessa carreira. E lembra que todo mundo começa de algum lugar – o importante é estar disposto a aprender e crescer na profissão!

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Entre em contato com a central de atendimento da Unifort Segurança e garanta tranquilidade e proteção para sua empresa, condomínio ou evento. Sua segurança é a nossa prioridade!

Perguntas frequentes:

  • Qual a carga horária e jornada de trabalho do vigia e do guarda?
    (Detalhes sobre turnos, escalas, horas extras e adicionais noturnos, que são relevantes para o vigia noturno)2.
  • O vigia ou guarda tem direito a adicional de periculosidade?
    (Esclarecer que vigias desarmados e sem formação não têm direito a esse adicional, diferentemente dos vigilantes)5.
  • Existe alguma legislação municipal que regulamente ou renomeie cargos de vigia para guarda patrimonial?
    (E a constitucionalidade dessas leis municipais)78.
  • Quais são as principais diferenças legais e de direitos trabalhistas entre vigia, guarda e vigilante?
    (Além da diferença de porte de arma e curso, quais direitos trabalhistas são garantidos ou não para cada categoria)25.
  • Como está o mercado de trabalho atual para vigias e guardas?
    (Tendências, crescimento, setores que mais contratam)[artigo original + complemento].
  • Quais são os salários médios atualizados para vigia e guarda?
    (Faixa salarial, variações regionais e benefícios)[artigo original].
  • Quais cursos ou treinamentos são recomendados para vigias e guardas, mesmo que não obrigatórios?
    (Capacitações que podem melhorar o desempenho e empregabilidade)[artigo original].
  • Quais são os direitos e deveres do vigia e do guarda em relação à segurança privada segundo o Estatuto da Segurança Privada vigente?
    (Normas e regulamentações recentes, inclusive sobre empresas de segurança)14.
  • O que muda com a nova legislação da segurança privada para a profissão de vigia e guarda?
    (Impactos da Lei nº 14.967/2024 e portarias da Polícia Federal)134.

Essas perguntas complementam e aprofundam o conteúdo já abordado, oferecendo um panorama mais completo e atualizado para o leitor interessado na profissão de vigia ou guarda. Incorporá-las pode aumentar a utilidade e o alcance do artigo.

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Diferença entre segurança, vigilante, guarda, vigia e porteiro https://unifortseguranca.com.br/diferenca-entre-seguranca-vigilante-porteiro/ https://unifortseguranca.com.br/diferenca-entre-seguranca-vigilante-porteiro/#respond Thu, 09 Jan 2025 15:12:00 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=6930 Nesse conteúdo vamos explicar as definições de segurança, vigilante, guarda, vigia e porteiro e suas principais diferenças de atuação, de acordo com suas funções, responsabilidades e capacitação profissional. Fatores que devem ser observados e considerados na contratação, capacitação, definição de atribuições e cobrança de resultados. Muitas pessoas têm dúvida, afinal, mesmo sendo termos parecidos, suas funções são diferentes!

É importante destacar a importância de cada uma dessas funções para a proteção privada das pessoas, bens, áreas, propriedades e valores. Neste contexto, cada profissional envolvido desempenha um papel específico e importante, contribuindo para a efetividade das soluções de segurança adotadas.

Compreender esses termos e suas atribuições específicas é fundamental para termos uma visão clara do universo da segurança privada, e da contribuição dos seus diversos atores, e como se encaixam nesse cenário.

Resumo da diferença entre segurança, vigilante, guarda, vigia e porteiro

A diferença entre segurança, vigilante, vigia e porteiro pode ser resumida da seguinte forma:

  • Segurança Patrimonial: Refere-se ao conceito amplo de proteção contra perigos, riscos ou ameaças. No contexto popular, pode ser usado como sinônimo de profissional de segurança.
  • Vigilante: Profissional regulamentado pela Lei nº 7.102/1983. Passa por um curso de formação, e possui direito ao porte de arma em serviço. Suas responsabilidades incluem vigilância patrimonial, escolta de cargas, segurança pessoal e transporte de valores.
  • Vigia: Contratado para observar, zelar e guardar patrimônio alheio. Atua de forma preventiva, não oferecendo resistência em caso de ação criminosa. A profissão de vigia não é regulamentada por lei e não exige um curso de formação específico.
  • Guarda: O guarda é um termo popularmente utilizado para se referir a profissionais de segurança patrimonial.
  • Porteiro: O porteiro trabalha em portarias ou portões, controlando o acesso físico de pessoas, objetos, bens e veículos. Auxilia na prevenção de furtos, roubos ou danos ao patrimônio. Assim como o vigia, a profissão de porteiro não é regulamentada por lei e não exige um curso de formação específico.

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Diferença entre segurança, vigilante, guarda, vigia e porteiro 2

O que é segurança patrimonial?

A segurança patrimonial é um grupo de medidas e práticas e visa manter o patrimônio livre de interferências, perturbações e danos. Também garante a integridade física das pessoas, assim como a do patrimônio. Portanto, não é apenas uma definição de profissão, mas sim um conjunto de ações de um serviço.

A missão principal da segurança patrimonial é reduzir ao máximo o risco de perdas. Para que o serviço seja efetivo, é necessário criar um planejamento completo, uma análise de riscos e profissionais treinados.

Os danos podem ser roubos, furtos, incêndios, acidentes e qualquer outro evento que possa causar prejuízos para a organização.

As perturbações são ocorrências que ameaçam, alteram ou interrompem a rotina do local, elas também podem causar prejuízos financeiros.

Já as interferências podem ser evitadas, na maioria das vezes são espionagens, sabotagens, roubo de informações e atos de concorrência desleal. Qualquer ato que possa afetar o negócio da empresa. As principais formas de atuação, são elas:

  • Proteção de entradas não permitidas e permitidas.
  • Orientação e advertências sobre atitudes das pessoas em circulação.  Deixar claro como são as regras e procedimentos de segurança.
  • Averiguação sobre a estabilidade e o bem-estar do local, analisando qualquer indício de anormalidade na área.
  • Assistência a qualquer tipo de auxílio prestado pelo vigilante, para pessoas da empresa ou visitante.
  • Intervenção em uma situação que está acontecendo ou vai acontecer, tem o objetivo de controlar as ações do momento.
  • Registro de ocorrência de todos os fatos ocorridos na empresa.

A segurança patrimonial busca prevenir contra:

  • Roubos;
  • Incêndios;
  • Acidentes;
  • Violação de sistemas informatizados;
  • Chantagens;
  • Explosões;
  • Desabamentos;
  • Sequestros;
  • Uso de drogas e álcool no ambiente de trabalho;
  • Furtos e outros prejuízos.

Além disso, a mesma afasta algumas interferências, como: sabotagem, roubo de informações e espionagem. Entretanto, caso se contrate um segurança para cumprir com a atividade é preciso considerar que ele não pode usar armas. Isso porque a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) não coloca a segurança como uma ocupação profissional.

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As organizações de segurança patrimonial criam planos personalizados para ajudar a protegê-lo contra roubo, vandalismo, incêndio e qualquer outra atividade ilegal.

O que é um vigilante Patrimonial?

Vigilante é profissional capacitado em curso de formação de vigilante, empregado de empresa especializada ou empresa possuidora de serviço orgânico de segurança. É responsável pela execução das atividades vigilância patrimonial, escolta de cargas, segurança pessoal e transporte de valores.

A profissão de vigilante é regulamentada pela Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, que estabelece critérios específicos para atuação na função, como formação em curso autorizado pela Policia Federal, e direito ao porte de arma em serviço, e prisão especial por ato decorrente do serviço. É o único profissional da segurança privada, com sua profissão regulamentada por lei.

Entre outras exigências, o vigilante patrimonial precisa ter:

  • Certificado de conclusão do curso de formação de vigilantes, registrado na Polícia Federal.
  • Reciclagens periódicas.
  • Carteira Nacional do Vigilante.
  • Ser maior de 21 anos.
  • Não ter antecedentes criminais.
  • Exame de saúde mental, física e psicotécnica.
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Escola TX2 Formação de Vigilantes

O vigilante patrimonial, portanto, busca promover a orientação sobre quais são as melhores medidas de segurança daquele ambiente. Além disso, promove assistência para a empresa, advertindo situações irregulares, intervindo em situações de risco e realizando o registro de ocorrência.

Assim, podemos afirmar que os vigilantes previnem e controlam delitos e outras irregularidades, agindo em busca do zelo e segurança do patrimônio das pessoas. O vigilante atua em paralelo com a força policial, impedindo ações criminosas. 

Vale ressaltar que o vigilante precisa contar com cursos validado pela Polícia Federal. Isso porque, durante seu exercício, é assegurado que ele tenha um porte de armas.

A vigilância patrimonial também assegura a integridade das pessoas, mas pode ser exercida em diversos ambientes. Ela pode estar nas áreas rurais e urbanas, setores públicos e privados ou em condomínios e empresas. A vigilância patrimonial reúne um conjunto de ações que objetivam promover a integridade de bens e pessoas. Para isso, atua:

  • Na orientação de moradores, visitantes, clientes, colaboradores, prestadores de serviços e entregadores, no sentido de informar as regras e os procedimentos do local;
  • Realizando averiguações no local, cuidando da integridade e do bem-estar, buscando identificar possíveis anormalidades;
  • Na assistência ao local, onde presta todo o apoio necessário às pessoas;
  • Aplicando advertências e promovendo avisos caso algo esteja em situação irregular, sempre para combater ações indevidas;
  • Intervindo durante um potencial evento de perigo ou problema que demande ações específicas de um profissional de vigilância;
  • No registro de ocorrências, para que possíveis fatos fiquem registrados e possam ser acessados posteriormente caso seja necessário.

Importante: o profissional em vigilância patrimonial é o único habilitado a atuar nesse cargo, sendo indispensável contratar pessoas com experiência no ramo.

Para concluir, a segurança patrimonial é um conjunto de medidas, práticas e a vigilância patrimonial é a atividade exercida para a proteção. Ambas fazem parte de um plano de segurança privada, juntas são uma forte arma na prevenção de ocorrências criminosas.

O que é um vigia ou guarda?

Vigia ou guarda de segurança é um profissional contratado para vigiar, zelar, guardar, através da observação, um patrimônio alheio, para inibir ou detectar tentativas de crimes contra o patrimônio (furto, roubo, dano e etc.). Ele atua de forma preventiva, não oferece resistência frente a uma ação criminosa, limita-se a acionar reforço policial. Ou seja, guarda ou vigia, é um termo popularmente utilizado para descrever os profissionais de segurança patrimonial que atuavam antes da regulamentação da profissão de vigilante.

A profissão de vigia não é regulamentada por lei, e não exige um curso de formação específico para o seu exercício. O vigia desempenha a função de observar, fiscalizar, zelar, cuidar e vigiar o patrimônio alheio, não tem a atribuição de oferecer resistência a ações criminosas, limita-se a solicitar apoio aos Órgãos de Segurança Pública. Neste contexto, não tem autorização legal para porte de arma em serviço.

Ele pode atuar fazendo rondas ou sendo garagista.

Requisitos para o exercício e atuação na profissão de guarda ou vigia

Requisitos básicos

  • Ser maior de 18 anos
  • Ensino fundamental completo (em alguns casos, ensino médio)
  • Não possuir antecedentes criminais
  • Estar em dia com as obrigações eleitorais e militares (para homens)

Formação e certificação

  • Curso de formação de vigilante (para vigilantes profissionais)
  • Curso de reciclagem a cada dois anos
  • Registro na Polícia Federal (para vigilantes formais)
  • CNV – Carteira Nacional de Vigilante

Habilidades necessárias

  • Boa capacidade de observação
  • Atenção concentrada
  • Raciocínio rápido
  • Controle emocional
  • Aptidão para lidar com o público
  • Conhecimentos básicos de defesa pessoal

Principais Funções do Vigia e do Guarda

Funções do Vigia em Condomínios

  • Controlar o acesso de moradores e visitantes
  • Registrar a entrada e saída de veículos
  • Realizar rondas periódicas nas áreas comuns
  • Monitorar câmeras de segurança e alarmes
  • Receber correspondências e encomendas
  • Prestar informações básicas aos moradores e visitantes
  • Comunicar ocorrências ao síndico ou administrador
  • Verificar o fechamento de portões e portas de acesso

Funções do Guarda em Empresas

  • Controlar o acesso de funcionários e visitantes
  • Verificar documentos de identificação
  • Registrar entrada e saída de materiais e equipamentos
  • Monitorar sistemas de segurança eletrônica
  • Realizar inspeções em bolsas e volumes
  • Fazer rondas programadas nas instalações
  • Elaborar relatórios de ocorrências
  • Acionar serviços de emergência quando necessário (polícia, bombeiros, ambulância)
  • Atuar na prevenção e combate a princípios de incêndio

Diferenças nas Atribuições

Embora existam muitas semelhanças nas funções exercidas, o vigilante profissional (com curso e registro na PF) geralmente possui atribuições mais amplas e responsabilidades adicionais, incluindo:

  • Poder atuar armado (quando autorizado e em funções específicas)
  • Realizar procedimentos de segurança mais complexos
  • Maior responsabilidade legal sobre a segurança do local
  • Poder de detenção em flagrante delito até a chegada da autoridade policial
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Diferença entre segurança, vigilante, guarda, vigia e porteiro 3

O que é um porteiro?

Porteiro é o profissional que trabalha em portarias, portões ou similares, nas de dependências de áreas privadas ou públicas (empresas, condomínios, escolas, órgãos públicos e etc.), realizando controle de acesso físicos de pessoas, objetos, bens e veículos, para auxiliar na prevenção de furtos, roubos ou danos ao patrimônio.

A profissão porteiro não é regulamentada por lei, e não exige um curso de formação específico para o seu exercício. O porteiro desempenha a função de observar, fiscalizar, atender ao público, e controlar acessos de pessoas e bens em um determinado local. Ele não tem a função de oferecer resistência frente a uma ação criminosa, limita-se a solicitar apoio policial. Neste contexto, não tem autorização legal para porte de arma de fogo em serviço.

O porteiro é muito contratado para estar a frente da portaria de condomínios. Pois ele possui várias atribuições com uma papel importante para garantir a segurança dos moradores e dos demais funcionários, já que é ele quem concede acesso a visitante e prestadores de serviços.

A profissão de Porteiro, como o próprio nome sugere, refere-se a pessoa que realiza atividades relacionadas a Portaria.

Se restringe a trabalhos realizados nas portarias ou portões dos estabelecimentos empresariais/comerciais, condomínios ou residencias. Não faz parte da atribuição do Porteiro realizar rondas ou ocupar postos perimetrais de vigilância patrimonial.

Porteiro é um auxiliar da segurança, o papel do porteiro está restrito aos serviços de portaria, sendo assim esse profissional não está apto a fazer atividade de segurança ostensiva.

Para conseguir exercer as suas funções da melhor forma possível, e não comprometer a segurança do condomínio, é fundamental que o porteiro permaneça o tempo todo no seu posto, só se ausentando em casos de extrema urgência.

Além disso, o porteiro também precisa saber o que deve ser feito em emergências, como quebra de elevador quando não houver mais nenhum funcionário em atividade, o aparecimento de um foco de incêndio ou se houver uma pessoa estranha rondando o condomínio.

Assim, a administração do condomínio deve providenciar um telefone para a portaria e deixar em um local acessível para o porteiro uma lista de telefones úteis, como polícia, SAMU e Corpo de Bombeiros.

Como o porteiro tem acesso às câmeras de segurança e, dependendo de como o condomínio é organizado, também tem uma boa visão da área externa, ele deve reportar ao síndico caso haja algum problema ou caso algum morador infrinja uma regra do regulamento interno.

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Diferença entre segurança, vigilante, guarda, vigia e porteiro 4

Requisitos para o exercício e atuação na profissão de porteiro

  • Ter idade mínima de dezoito anos;
  • Ensino fundamental;
  • Ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica;
  • Ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais;
  • Estar quite com as obrigações eleitorais e militares; e
  • Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas.

Quais são as principais funções do porteiro?

Segurança

Um dos principais trabalhos do porteiro é garantir a segurança do edifício e de seus ocupantes. Afinal são eles que controlam o acesso, verificando a identidade de quem entra e sai do local, o que ajuda a prevenir roubos, invasões e incidentes indesejados. Além disso, o porteiro monitora as câmeras de segurança e reporta qualquer atividade suspeita às autoridades competentes. A sua presença também dissuade ações criminosas, proporcionando maior tranquilidade aos moradores.

Atendimento ao público

Os porteiros são frequentemente o primeiro ponto de contato para os moradores, visitantes e prestadores de serviços. Por este motivo, eles devem ser corteses, prestativos e capazes de lidar com diversas situações. Os porteiros fornecem informações sobre o prédio, direcionam visitantes aos destinos corretos e, em casos de emergência, coordenam a evacuação e acionam os serviços de apoio necessários. Eles também são responsáveis por receber e distribuir correspondências e pacotes, garantindo que os moradores recebam as suas entregas com segurança.

Gerenciamento de registros

Os porteiros mantêm registros precisos das pessoas que entram e saem do prédio. Esses registros podem ser cruciais para investigações futuras ou para rastrear a presença de pessoas em casos de emergência. Além disso, eles podem monitorar a quantidade de pessoas no edifício em determinado momento, auxiliando no cumprimento de normas de segurança e prevenção.

Monitoramento de equipamentos

Muitos prédios possuem equipamentos que requerem monitoramento, como sistemas de alarme, elevadores, câmeras de segurança e iluminação. Os porteiros estão encarregados de garantir que esses sistemas estejam funcionando corretamente e notificar a manutenção em caso de falhas.Eles também podem ser responsáveis por abrir e fechar portões de estacionamento, controlar o acesso de veículos e fornecer orientação para os motoristas.

Deveres do Porteiro

  • Conhecer e cumprir as políticas, normas e procedimentos criados pelo empregador;
  • Conhecer e fiscalizar o cumprimento das normas e procedimentos de segurança do estabelecimento;
  • Cumprir o horário de trabalho previsto e realizar as marcações de ponto;
  • Executar as atividades solicitadas pelo empregador de acordo com sua função/cargo;
  • Adotar comportamento preventivo e seguir orientações e normas referentes a Segurança do Trabalho;
  • Caso fornecido, fazer uso correto do uniforme de trabalho durante sua jornada de trabalho;
  • Alertar o empregador sobre riscos, falhas ou comportamentos que possam prejudicar/ afetar o bom andamento do serviço.

O que não é função do porteiro?

Além de saber quais são as funções do porteiro, o síndico e os moradores também precisam saber o que não é atribuição desse profissional. Por isso, vamos mostrar agora quais tarefas não se encaixam nas funções do porteiro:

  • Trocar lâmpadas;
  • Cuidar da limpeza do condomínio;
  • Vigiar as crianças;
  • Manobrar carros;
  • Guardar pertences dos moradores, como chaves da unidade;
  • Ir até à unidade residencial de um morador para fazer algum reparo;
  • Levar as compras do morador até a sua casa ou apartamento.

Conclusão:

É importante destacar a relevância dessas diferentes funções no contexto da segurança privada. Cada profissional desempenha um papel específico, contribuindo para garantir a proteção e a tranquilidade de pessoas, propriedades e eventos. No processo de contratação e atribuições de responsabilidades, é essencial respeitar as atribuições e funções de cada um desses profissionais, sob pena de gerar passivos trabalhista e consequentes ações trabalhista visando reparação de direitos e equiparação salarial.

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Diferença entre furto e roubo: Entenda esses delitos e as penas https://unifortseguranca.com.br/a-diferenca-entre-furto-e-roubo/ https://unifortseguranca.com.br/a-diferenca-entre-furto-e-roubo/#respond Mon, 23 Sep 2024 20:59:28 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=7687 No âmbito do direito penal brasileiro, é comum que haja confusão entre os termos “furto” e “roubo”. Embora ambos sejam crimes contra o patrimônio, existem diferenças significativas entre eles, tanto em sua definição quanto nas penas aplicadas. Neste artigo, vamos explorar detalhadamente esses dois delitos, suas variações e as consequências legais para quem os comete.

Qual é a diferença entre furto e roubo?

O crime de furto caracteriza-se pela ausência de violência ou ameaça à vítima no momento da subtração do bem. Já o roubo, por sua vez, tem como elemento distintivo o uso de violência ou grave ameaça contra a vítima.

Embora muitos termos jurídicos sejam frequentemente confundidos como sinônimos, roubo e furto possuem significados distintos no âmbito legal.

Compreender esses conceitos é crucial para determinar as medidas apropriadas a serem tomadas, uma vez que as estratégias de defesa podem variar significativamente dependendo da natureza específica do delito.

Para diferenciar entre furto e roubo, as autoridades jurídicas consideram sempre as circunstâncias do crime. A legislação foca nos aspectos centrais que envolveram o ato, bem como na intenção do autor.

O que é avaliado nos casos de roubo e furto? Vejamos exemplos práticos para esclarecer:

Imagine que uma pessoa entra em uma loja, coloca um objeto pequeno no bolso sem ser notada e sai sem pagar. Isso caracteriza um furto: a pessoa se apropriou de algo sem consentimento do dono, de forma discreta e sem violência ou grave ameaça.

Por outro lado, o roubo envolve violência ou grave ameaça. Por exemplo, se alguém aborda uma pessoa na rua, mostra uma faca e exige que ela entregue sua bolsa, isso é roubo. Nesse caso, a violência ou ameaça grave são usadas para subtrair algo de outra pessoa.

As autoridades, portanto, analisam essas circunstâncias específicas.

É importante notar que os crimes de furto e roubo estão claramente definidos nas leis brasileiras. Dependendo das características do ato, o crime será classificado em uma categoria específica, com sua respectiva pena.

O que significam os artigos 155 e 157?

Na legislação brasileira, há uma tipificação precisa desses dois crimes:

O artigo 155 do Código Penal define o crime de furto:

Art. 155 – Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel:

Já o artigo 157 do Código Penal estabelece o crime de roubo:

Art. 157 – Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência.

Assim, cada artigo será aplicado de acordo com as circunstâncias específicas do crime cometido.

Dessa forma, cada legislação tratará de um ou outro a depender das circunstâncias já mencionadas.

Furto: Definição e Características. O que é considerado furto?

O furto é definido no artigo 155 do Código Penal Brasileiro como “subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel”. Em termos mais simples, furto ocorre quando alguém toma para si ou para outra pessoa um bem que não lhe pertence, sem que o proprietário perceba no momento do ato.

Para ilustrar melhor o conceito de furto, consideremos o seguinte exemplo hipotético:

Maria está em um shopping center lotado, fazendo compras. Ela para em uma loja de eletrônicos para olhar os novos modelos de smartphones expostos. Ao seu lado, João percebe que Maria deixou sua bolsa entreaberta no carrinho de compras. Aproveitando-se da distração de Maria e do movimento intenso na loja, João discretamente coloca a mão na bolsa e retira a carteira, sem que Maria ou qualquer outra pessoa perceba. João então sai calmamente da loja, levando consigo a carteira de Maria.

Neste cenário, João cometeu o crime de furto. Os elementos que caracterizam o furto estão presentes:

  • Subtração de coisa alheia móvel (a carteira de Maria)
  • Ausência de violência ou grave ameaça
  • A vítima (Maria) não percebeu o crime no momento em que ocorreu

Este exemplo ilustra como o furto ocorre de maneira sorrateira, sem confronto direto com a vítima, diferenciando-se assim do roubo, que envolveria o uso de violência ou ameaça.

Características principais do furto:

Assim, segundo o Código Penal, as condições para que o furto seja qualificado são:

  • Haver destruição ou rompimento de obstáculo à subtração da coisa;
  • Abuso de confiança, ou acontecer mediante fraude, escalada ou destreza;
  • Emprego de chave falsa;
  • Acontecer mediante concurso de duas ou mais pessoas.

Furto Simples

O furto simples é a forma básica deste crime. Ocorre quando alguém subtrai um objeto alheio sem agravantes. Por exemplo, quando uma pessoa pega um celular esquecido em uma mesa de restaurante.

Furto Qualificado

O furto qualificado é uma forma mais grave do delito, que ocorre quando há circunstâncias que aumentam a reprovabilidade da conduta. O artigo 155, § 4º do Código Penal lista as situações que caracterizam o furto qualificado:

  • Com destruição ou rompimento de obstáculo
  • Com abuso de confiança ou mediante fraude
  • Com emprego de chave falsa
  • Mediante concurso de duas ou mais pessoas

Além disso, o § 5º do mesmo artigo acrescenta outra qualificadora: o furto de veículo automotor que venha a ser transportado para outro estado ou para o exterior.

Furto qualificado pena

Por sua gravidade menor, a pena para o furto simples é de 1 a 4 anos de reclusão. Essa pena pode aumentar para 2 a 8 anos no caso de furto qualificado. Além disso, há o pagamento de multa.

A reclusão é uma pena privativa de liberdade — quem a recebe perde o direito de ir e vir livremente. O condenado pode cumprir a pena em regime fechado, semiaberto ou aberto, dependendo das circunstâncias do caso.

Portanto, quem comete esse crime pode tanto cumprir a pena em regime aberto quanto ficar detido em um estabelecimento penal. No caso de detenção em prisão, o indivíduo fica exposto aos riscos físicos e psicológicos inerentes ao sistema prisional brasileiro.

Penas para Furto

Furto Simples:

  • Reclusão de 1 a 4 anos
  • Multa

Furto Qualificado:

  • Reclusão de 2 a 8 anos
  • Multa

Furto de Veículo Automotor para outro Estado ou Exterior:

  • Reclusão de 3 a 8 anos
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Diferença entre roubo e furto

Roubo: Definição e Características

O roubo, por sua vez, está definido no artigo 157 do Código Penal como “subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência”.

Características principais do roubo:

  • Presença de violência ou grave ameaça
  • A vítima está ciente do crime no momento em que ele ocorre
  • Pode envolver lesões corporais ou até mesmo resultar em morte (latrocínio)

Roubo Simples e Qualificado

Assim como no furto, o roubo também pode ser simples ou qualificado. O roubo simples é aquele em que há apenas a subtração mediante violência ou grave ameaça, sem agravantes. Já o roubo qualificado ocorre quando há circunstâncias que aumentam a gravidade do crime, como:

  • Emprego de arma
  • Concurso de duas ou mais pessoas
  • Restrição da liberdade da vítima
  • Transporte de valores

Penas para Roubo

O roubo, por outro lado, conforme falado antes, é um crime complexo. Este é um crime que atinge a vítima tanto no seu patrimônio quanto física e psicologicamente, já que há ameaça ou violência. Por isso, sua pena também é maior, sendo de 4 a 10 anos de reclusão.

  1. Roubo Simples:
  • Reclusão de 4 a 10 anos
  • Multa
  1. Roubo Qualificado:
  • Reclusão de 4 a 10 anos, podendo chegar a 30 anos em casos extremos
  • Multa

Fatores que Influenciam a Aplicação da Pena

É importante notar que a aplicação da pena não é automática. O juiz leva em consideração diversos fatores ao determinar a sentença, incluindo:

  • Antecedentes criminais do réu
  • Circunstâncias do crime
  • Consequências do delito
  • Comportamento da vítima
  • Personalidade do agente

Além disso, existem circunstâncias que podem atenuar ou agravar a pena, como a confissão espontânea (atenuante) ou a reincidência (agravante).

Impacto Social e Econômico dos Crimes de Furto e Roubo

Os crimes de furto e roubo têm um impacto significativo na sociedade e na economia. Além do prejuízo direto às vítimas, esses delitos geram:

  • Aumento dos custos com segurança privada
  • Sobrecarga do sistema judiciário e penitenciário
  • Sensação de insegurança na população
  • Impacto negativo no turismo e no comércio local

Blindagem de veículos e escolta armada no transporte de cargas

A escolta armada é uma medida de segurança adotada para garantir que a carga chegue ao seu destino final de maneira segura. Isso é particularmente importante quando se trata de bens valiosos ou sensíveis. O papel da escolta armada é dissuadir potenciais ameaças e responder adequadamente em caso de tentativas de roubo ou furto.

O Grupo Unifort oferece proteção para pessoas, cargas e materiais de valor, em deslocamento urbano e rodoviário Consiste no acompanhamento feito por uma viatura ou comboio, conforme a necessidade, visando à proteção de pessoas, cargas e materiais de valor, em deslocamento urbano e rodoviário.

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Blindagem- e veículos

Dicas Práticas para evitar furto ou roubo em sua residência

A segurança do lar é uma preocupação constante para muitos brasileiros. Com o aumento dos índices de criminalidade, é fundamental adotar medidas preventivas para proteger sua residência contra furtos e roubos. Neste artigo, apresentaremos dicas práticas e eficazes para aumentar a segurança da sua casa.

1. Reforce as Entradas

As portas e janelas são os pontos mais vulneráveis de uma residência. Invista em:

  • Fechaduras de alta segurança
  • Portas sólidas, preferencialmente de aço ou madeira maciça
  • Grades nas janelas, especialmente no térreo
  • Sensores de abertura em portas e janelas

2. Iluminação Adequada

Uma boa iluminação desencoraja a ação de criminosos. Considere:

  • Instalar luzes com sensor de movimento no exterior da casa
  • Manter áreas externas bem iluminadas durante a noite
  • Utilizar timers em luzes internas quando estiver fora de casa

3. Sistema de Alarme e Câmeras

A tecnologia é uma grande aliada na segurança residencial:

  • Instale um sistema de alarme confiável
  • Coloque câmeras de segurança em pontos estratégicos
  • Considere um sistema de monitoramento 24 horas

4. Cuidado com as Informações

Seja discreto quanto à sua rotina e bens:

  • Evite postar nas redes sociais sobre viagens enquanto estiver fora
  • Não deixe objetos valiosos à vista de quem passa pela rua
  • Seja cauteloso ao comentar sobre aquisições valiosas com estranhos

5. Conheça seus Vizinhos

Uma boa relação com a vizinhança pode ser crucial:

  • Participe de grupos de vigilância do bairro
  • Combine com vizinhos de confiança para ficarem atentos à sua casa quando você viajar
  • Troque contatos para emergências

6. Mantenha a Aparência de Casa Ocupada

Quando estiver fora, faça sua casa parecer habitada:

  • Use timers para ligar e desligar luzes e aparelhos em horários variados
  • Peça a um vizinho ou familiar para recolher correspondências
  • Mantenha a grama aparada e o jardim cuidado

7. Cuidado com Entregas e Serviços

Esteja atento a pessoas que entram em sua casa:

  • Verifique a identidade de entregadores e prestadores de serviço
  • Não deixe chaves escondidas em locais óbvios, como embaixo do tapete
  • Se possível, receba encomendas em locais seguros ou quando estiver em casa

Conclusão

Entender a diferença entre furto e roubo é fundamental não apenas para profissionais do direito, mas para toda a sociedade. Enquanto o furto envolve a subtração de um bem sem o uso de violência, o roubo é caracterizado pela presença de violência ou grave ameaça, o que o torna um crime mais grave aos olhos da lei.

As penas para esses crimes refletem essa diferença de gravidade, com o roubo sendo punido de forma mais severa. No entanto, é importante lembrar que cada caso é único e diversos fatores são considerados na aplicação da pena.

Por fim, combater esses crimes requer não apenas medidas punitivas, mas também preventivas, incluindo políticas públicas que abordem as raízes socioeconômicas da criminalidade. Somente com uma abordagem abrangente e multidisciplinar poderemos reduzir efetivamente a incidência desses delitos e criar uma sociedade mais segura para todos.

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Vigilantes: funções e responsabilidades https://unifortseguranca.com.br/vigilantes-veja-quais-as-funcoes-e-responsabilidades/ https://unifortseguranca.com.br/vigilantes-veja-quais-as-funcoes-e-responsabilidades/#respond Tue, 28 May 2024 22:15:42 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=7569 Os vigilantes desempenham um papel significativo em nossas sociedades. Eles são o escudo invisível que protege pessoas, propriedades e materiais em empresas, instituições e eventos. Eles podem trabalhar tanto em empresas públicas quanto privadas em todo o território nacional, desde que possuam a Carteira Nacional de Vigilante (CNV). Este artigo visa elucidar o papel, as funções e as principais responsabilidades de um vigilante, dando uma visão detalhada da importância dessa profissão em nosso dia a dia.

Principais características de um vigilante: 

Responsabilidade

A responsabilidade de um vigilante é grande, pois ele é encarregado de proteger vidas e patrimônios. Além disso, o vigilante precisa ter disciplina e seguir rigorosamente as normas e rotinas estabelecidas, trabalhando sempre em sintonia com sua equipe. A falha em cumprir essas responsabilidades pode resultar em consequências sérias, tornando a responsabilidade uma característica essencial para esses profissionais.

Discrição

A discrição é outra característica fundamental de um vigilante. Ele tem acesso a informações sensíveis sobre pessoas e instituições e é de suma importância que essas informações não sejam compartilhadas, seja durante o período de trabalho ou em momentos de folga. Exceto quando houver uma autorização expressa e registrada, o vigilante deve manter sigilo absoluto.

Profissionalismo

O profissionalismo é uma característica que se espera de todo e qualquer profissional, mas para os vigilantes, isso se torna ainda mais relevante. Eles lidam diretamente com pessoas e, portanto, precisam transmitir uma imagem de comprometimento, responsabilidade e seriedade. Além disso, precisam saber se comunicar de maneira eficaz, manter o porte correto e o uniforme e a apresentação pessoal sempre impecáveis.

Atenção

A atenção é uma característica indispensável para um vigilante. Ele deve estar sempre atento ao seu trabalho durante todo o expediente. Uma boa memória também é importante, pois ele pode precisar lembrar de rostos, recados, placas e modelos de veículos. A falta de atenção pode resultar em falhas de segurança, o que reforça a importância desta característica.

Perspicácia

A perspicácia é a capacidade de observar, entender e reagir rapidamente a situações. Um vigilante precisa ser perspicaz, pois pode se deparar com situações que exigem respostas imediatas. A perspicácia permite que o vigilante evite problemas desnecessários e tome as medidas certas na hora certa.

Em geral, um vigilante tem uma responsabilidade significativa: garantir a integridade física, seja de pessoas ou de materiais, em empresas, instituições e eventos. Este profissional pode trabalhar em empresas públicas ou privadas em todo o território nacional, desde que possua a Carteira Nacional de Vigilante (CNV), obrigatória para o exercício da função.

Não se deve confundir um vigilante com um vigia, pois este último não possui treinamento ou CNV. O vigilante deve ter treinamento especializado para atuar eficientemente em diferentes tipos de clientes e segmentos. Neste artigo, explicamos o papel e as principais responsabilidades de um vigilante.

A profissão de vigilante é regulamentada pela lei 7.102, que estabelece critérios e a forma de execução do cargo, incluindo a formação e atualização de seus profissionais. A segurança também deve ser regulamentada pela Polícia Federal, esclarecendo os direitos e deveres da categoria.

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VIGILANTES GRUPO UNIFORT

O que um vigia faz? Funções e Responsabilidades

Os vigilantes desempenham um papel significativo em nossas sociedades. Eles são o escudo invisível que protege pessoas, propriedades e materiais em empresas, instituições e eventos. Eles podem trabalhar tanto em empresas públicas quanto privadas em todo o território nacional, desde que possuam a Carteira Nacional de Vigilante (CNV). Este artigo visa elucidar o papel, as funções e as principais responsabilidades de um vigilante, dando uma visão detalhada da importância dessa profissão em nosso dia a dia.

Atividades em que atuam os vigilantes

As funções de um vigilante são diversas e variam dependendo do ambiente em que trabalham. No entanto, em geral, sua principal tarefa é garantir a segurança física de pessoas e bens. Isso pode incluir monitoramento de segurança, patrulhamento de propriedades, prevenção de crimes e resposta a emergências.

Um aspecto crucial do trabalho de um vigilante é o monitoramento de segurança. Eles são responsáveis por manter um olho vigilante sobre as propriedades e pessoas que estão sob sua proteção, garantindo que nada suspeito ou perigoso ocorra. Além disso, um vigilante também pode ser responsável por relatar atividades suspeitas ou ilegais à polícia ou a outros órgãos relevantes.

Vigilância Patrimonial

A vigilância patrimonial é uma das áreas mais comuns em que os vigilantes atuam. Eles protegem os mais diversos tipos de ambientes, seja residencial ou corporativo, podendo atuar de forma armada, desarmada ou até mesmo com a ajuda de cães adestrados para essa finalidade. O papel deles é garantir a segurança e a integridade das propriedades e das pessoas que nelas residem ou trabalham.

Vigilância Móvel

A vigilância móvel é uma atividade que envolve a presença física do vigilante e visitas aleatórias às instalações que estão sob sua responsabilidade. O objetivo é verificar o perfeito funcionamento das instalações e detectar possíveis incidências. Esta modalidade de vigilância é capaz de proporcionar um nível elevado de segurança, pois permite uma resposta rápida a qualquer situação suspeita ou perigosa.

Escolta Armada

A escolta armada é uma atividade especializada que envolve a proteção de cargas e mercadorias durante seu transporte. Os vigilantes que atuam nessa área não transportam a carga diretamente, mas a escoltam de perto para garantir sua segurança. Esta atividade é comumente utilizada para o transporte de mercadorias valiosas ou sensíveis, como medicamentos, peças de computador e tecnologia em geral.

Segurança Pessoal Privada

A segurança pessoal privada é uma atividade voltada para a proteção física de indivíduos específicos. Políticos, executivos, celebridades e artistas em geral são alguns dos tipos de pessoas que costumam utilizar este serviço. Os vigilantes que atuam nessa área são altamente treinados e capacitados para lidar com uma variedade de situações, garantindo a segurança física da pessoa que estão protegendo.

Você pode gostar de ler: Curso de Vigilante: Tudo o que você precisa saber sobre a Profissão

Diferenças entre Vigilante e Vigia

Muitas vezes, a profissão de vigilante é confundida com a de vigia. Contudo, é importante esclarecer que um vigilante e um vigia não são a mesma coisa. O vigia não possui treinamento especializado ou a Carteira Nacional de Vigilante (CNV). Eles são frequentemente responsáveis pela segurança em ambientes menos críticos e não estão equipados para lidar com situações de alto risco.

Por outro lado, um vigilante é um profissional treinado para atuar eficientemente em diferentes tipos de clientes e segmentos. Eles são preparados para lidar com uma variedade de situações, desde o monitoramento de segurança até a resposta rápida a emergências.

Regulamentação da Profissão

A profissão de vigilante é regulamentada pela lei 7.102, que estabelece critérios e a forma de execução do cargo, incluindo a formação e atualização de seus profissionais. Esta lei garante que os vigilantes recebam treinamento adequado e atualizado, permitindo-lhes desempenhar suas funções da melhor maneira possível.

De acordo com a Portaria nº 3.233/2012  em seu artigo 155, menciona que :

Para o exercício da profissão, o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos profissionais, comprovados documentalmente:

I – ser brasileiro, nato ou naturalizado;

Il- ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos;

III – ter instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental;

IV – ter sido aprovado em curso de formação de vigilante, realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada;

V – ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica;

VI – ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais, sem registros de indiciamento em inquérito policial, de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal de onde reside, bem como o local em que realizado o curso de formação, reciclagem ou extensão: da Justiça Federal; da Justiça Estadual ou do Distrito Federal; da Justiça Militar Federal; da Justiça Militar Estadual ou do Distrito Federal e Justiça Eleitoral;

VII – estar quite com as obrigações eleitorais e militares;

VIII – possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas.

§ 1º Os exames de saúde física e mental e de aptidão psicológica serão renovados por ocasião da reciclagem do vigilante, às expensas do empregador.

§ 2° O exame psicológico será aplicado por profissionais previamente cadastrados no DPF, conforme normatização específica.

Além disso, a segurança também é regulamentada pela Polícia Federal, que esclarece os direitos e deveres da categoria de vigilantes. Isso garante que todos os vigilantes cumpram os padrões profissionais adequados e desempenhem suas funções de maneira eficaz.

Conclusão

A profissão de vigilante é vital para a manutenção da segurança e ordem em nossa sociedade. Eles são profissionais treinados que se dedicam a proteger pessoas e propriedades. O trabalho que eles fazem muitas vezes passa despercebido, mas sem eles, nossa sociedade seria um lugar menos seguro. Através da compreensão das funções e responsabilidades de um vigilante, podemos apreciar melhor a importância desse papel e o valor que esses profissionais trazem para nossas comunidades.

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Plano de Segurança Industrial: Por que é essencial? https://unifortseguranca.com.br/plano-de-seguranca/ https://unifortseguranca.com.br/plano-de-seguranca/#respond Thu, 25 Apr 2024 23:21:01 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=7543 No atual cenário industrial brasileiro, influenciado pela globalização crescente, a necessidade de um Plano de Segurança robusto e moderno é mais evidente do que nunca. Neste artigo, detalharemos as razões pelas quais a segurança se tornou uma prioridade indiscutível para as indústrias brasileiras, abordando as ameaças crescentes, os desafios e até as limitações dos métodos de segurança tradicionais.

Panorama da segurança industrial no Brasil

A segurança industrial no Brasil enfrenta diversos desafios críticos. Por exemplo, a cibersegurança é uma preocupação em constante crescimento. Com a digitalização das operações industriais, as ameaças digitais se multiplicam, representando um risco real à integridade dos dados e à continuidade das operações. Além disso, invasões físicas, roubo de propriedade intelectual e outros tipos de ataques físicos continuam causando grande preocupação para a gestão das indústrias.

A modernização industrial no Brasil traz um desafio igualmente significativo: o aumento das vulnerabilidades. À medida que as instalações industriais se expandem e se tornam mais complexas, a proteção eficaz contra ameaças fica mais desafiadora. A expansão deve ser acompanhada por medidas de segurança adequadas para prevenir riscos potencialmente prejudiciais.

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Plano de Segurança: Por que é essencial para as indústrias brasileiras?

Benefícios de um Plano de Segurança Moderno para a Segurança Industrial

Prevenção e Reação

A primeira e talvez a mais significativa vantagem de um Plano de Segurança moderno é a sua capacidade de não apenas reagir a incidentes, mas também prevenir proativamente. Em vez de simplesmente responder a problemas de segurança à medida que ocorrem, um Plano de Segurança moderno procura identificar e mitigar riscos antes que se tornem críticos.

Isso pode envolver a análise de padrões de dados para detectar atividades suspeitas, a implementação de medidas de segurança físicas para proteger contra intrusões e a formação de funcionários para reconhecer e responder a possíveis ameaças. Ao agir antes que uma ameaça se concretize, as indústrias podem economizar recursos valiosos e minimizar riscos.

Otimização de Recursos

Um aspecto central da modernização da segurança é a otimização de recursos através da implementação de tecnologias avançadas. Isso pode abranger a utilização de sistemas de vigilância integrada, câmeras inteligentes, sensores de alta tecnologia e até mesmo drones para monitorar instalações de forma mais eficaz.

Ao utilizar essas tecnologias, as indústrias podem obter uma visão mais completa e em tempo real de suas operações, permitindo a tomada de decisões informadas e a ação rápida em caso de ameaças. Além disso, a otimização de recursos pode não apenas economizar dinheiro, mas também melhorar a eficiência operacional, permitindo que as empresas se concentrem em suas principais competências.

Conformidade Regulamentar

Cumprir as normas e regulamentos de segurança nacionais e internacionais é outra consideração vital para as indústrias. Um Plano de Segurança moderno pode ajudar a garantir que as indústrias estejam em conformidade com todas as regulamentações pertinentes, evitando assim consequências legais graves e protegendo sua reputação.

Isso pode ser particularmente crucial para empresas com operações internacionais, onde diferentes regulamentos podem se aplicar. Um Plano de Segurança moderno pode fornecer um quadro para monitorar e manter a conformidade regulamentar, minimizando o risco de penalidades e danos à reputação.

Itens essenciais para um Plano de Segurança Moderno

Cibersegurança:

A proteção contra ataques digitais é um elemento-chave de um Plano de Segurança moderno. Isso inclui a implementação de firewalls robustos, sistemas de detecção de intrusões, criptografia de dados e programas de conscientização para colaboradores, afim de prevenir ataques cibernéticos.

Vigilância integrada:

A vigilância moderna envolve o uso de tecnologias como drones, câmeras inteligentes e sensores interconectados. Essas ferramentas permitem o monitoramento abrangente e em tempo real das instalações industriais, detectando falhas antes que se tornem problemas.

Treinamento de pessoal:

O treinamento contínuo dos colaboradores é essencial para lidar com riscos modernos. Os profissionais devem ser treinados para reconhecer e responder a incidentes de segurança, contribuindo para um ambiente mais seguro.

Protocolos de emergência atualizados:

Planos de ação claros e bem definidos para diferentes cenários de risco são essenciais. Eles garantem que, em situações críticas, todos saibam como agir, minimizando o pânico e a confusão.

Hoje quais são os desafios e barreiras para implementar essa modernização?

Investimento inicial:

A modernização da segurança industrial requer um investimento inicial significativo. Isso inclui a compra de tecnologias avançadas, a contratação de especialistas em segurança e o treinamento de pessoal. Embora este custo possa parecer alto, é um investimento na segurança de longo prazo e na continuidade das operações.

Resistência organizacional:

Alterar a cultura de segurança em uma organização pode ser um desafio. Muitas vezes, existem resistências internas à adoção de novas práticas e tecnologias. Superar essas resistências e promover uma mentalidade de segurança é fundamental para o sucesso da modernização.

A modernização dos planos de segurança é uma grande necessidade para as indústrias brasileiras. Ela não apenas protege ativos e operações, mas também fortalece a reputação e a confiança no mercado. O retorno do investimento em segurança moderna é positivo, garantindo a continuidade dos negócios em um ambiente cada vez mais complexo e desafiador.

Está interessado em implementar um Plano de Segurança moderno em sua indústria? Nossos especialistas estão prontos para ajudá-lo a proteger seu negócio. Entre em contato conosco e dê o primeiro passo para um ambiente industrial mais seguro e preparado para enfrentar os desafios do futuro. A sua segurança é a nossa prioridade.

Conclusão

A modernização dos planos de segurança não é apenas uma necessidade, mas um imperativo estratégico para as indústrias brasileiras. Ela não apenas protege ativos valiosos e garante a continuidade das operações, mas também fortalece a reputação da empresa e inspira confiança no mercado. O retorno do investimento em segurança moderna pode ser substancial, garantindo a continuidade dos negócios em um ambiente cada vez mais complexo e desafiador. Portanto, a implementação de um Plano de Segurança moderno é um passo essencial para um ambiente industrial mais seguro e preparado para enfrentar os desafios do futuro.

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Principais tendências no setor de segurança em 2024 https://unifortseguranca.com.br/tendencias-no-setor-de-seguranca-em-2024/ https://unifortseguranca.com.br/tendencias-no-setor-de-seguranca-em-2024/#respond Thu, 14 Mar 2024 23:53:54 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=7392 A tecnologia continua a evoluir a um ritmo acelerado, e a segurança não é exceção. Aqui, destacamos algumas das principais tendências que estão definindo o setor de segurança.

A digitalização está transformando todas as partes de nossas vidas, inclusive como fazemos transações. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), cerca de 80% das transações bancárias no Brasil são feitas através de canais digitais. Isso nos leva à primeira grande tendência: a crescente digitalização das transações financeiras. Espera-se que essa tendência continue a crescer, com cada vez mais pessoas optando por realizar transações online por causa de sua conveniência e eficiência.

A inteligência artificial está se tornando cada vez mais integrada em nossas rotinas diárias, e isso é particularmente verdadeiro quando se trata de segurança. Os softwares de monitoramento estão ficando mais inteligentes, capazes de identificar e analisar transações incomuns ou suspeitas. Isso permite uma resposta mais rápida a possíveis ameaças, tornando a experiência digital mais segura para empresas e clientes.

O PIX, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, está revolucionando a maneira como as pessoas sacam dinheiro. A nova modalidade de caixas eletrônicos com saque via PIX está se tornando mais comum no Brasil, oferecendo uma maneira mais conveniente para as pessoas acessarem seu dinheiro.

A análise de vídeos é uma tendência emergente no mercado de monitoramento e vigilância de segurança. Utilizando IA, essa tecnologia pode analisar meticulosamente imagens de vídeo, realizar reconhecimento facial e detectar automaticamente eventos suspeitos. Isso proporciona uma proteção mais inteligente, eficiente e assertiva.

Conforme a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), cerca de 80% das transações bancárias no Brasil são realizadas por meio de canais digitais, um indicativo do quão interligadas a tecnologia e nossas vidas financeiras se tornaram. A inteligência artificial, em particular, é integrada de maneira cada vez mais profunda em nossas rotinas diárias. Isso é evidente em uma variedade de aplicações, desde simplificar a experiência de compras e saques até melhorar os sistemas de segurança e monitoramento. As projeções para 2024 apontam para várias tendências emergentes, particularmente nas áreas de segurança privada e financeira.

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Principais tendências no setor de segurança em 2024 5

Investimento em Cibersegurança em todos os canais digitais

À medida que nos tornamos cada vez mais “digitais”, interagindo com a tecnologia de maneiras diversas e para uma multiplicidade de finalidades, a primeira tendência prevista é um investimento mais robusto e contínuo em cibersegurança. Esse investimento será crucial tanto para empresas quanto para indivíduos. Podemos esperar que os softwares de monitoramento se tornem cada vez mais inteligentes, capazes de identificar e analisar transações que destoam do padrão ou são suspeitas. O objetivo é claro: tornar todas as experiências digitais mais seguras e de melhor qualidade para empresas e clientes.

No entanto, isso não diminui a responsabilidade dos usuários da tecnologia. Independentemente do tipo de tecnologia que estamos utilizando, é fundamental ter consciência dos potenciais riscos e saber como nos preparar e proteger.

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Caixas eletrônicos com saques via PIX

O PIX, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, veio para ficar no Brasil. E, com ele, uma nova modalidade ainda mais conveniente para sacar dinheiro. Estamos falando dos novos caixas eletrônicos com saque via PIX, que se espera que se tornem mais comuns em todo o país até 2024.

Esses inovadores ATMs permitem que os usuários retirem dinheiro usando o PIX, eliminando a necessidade de um cartão físico. Isso representa uma conveniência adicional para as pessoas que utilizam o meio de pagamento digital via smartphone. Do ponto de vista das empresas, essa é uma solução de investimento com um custo reduzido em comparação com os ATMs tradicionais, e uma maneira de atrair potenciais consumidores para seus estabelecimentos.

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Principais tendências no setor de segurança em 2024 7

Investimento em Inteligência Artificial para segurança eletrônica e análise aprofundada de vídeos

A tecnologia de análise de vídeos está causando uma verdadeira revolução no mercado de monitoramento e vigilância de segurança. Esta inovação é mais do que simplesmente uma tendência emergente – é uma evolução que está redefinindo as práticas e expectativas dentro do setor. A tecnologia utiliza a inteligência artificial para analisar meticulosamente as imagens capturadas em vídeo, realizar o reconhecimento facial em eventos de grande escala e detectar automaticamente eventos suspeitos ou padrões que desviam da normalidade preestabelecida. O objetivo final é proporcionar uma proteção mais inteligente, eficiente e assertiva.

Ao ser combinada com a expertise da nossa dedicada equipe de suporte, essa tecnologia automatiza e facilita de maneira significativa a identificação de padrões suspeitos em tempo real em um determinado ambiente. Isso significa que os sistemas de vigilância equipados com análise de vídeos têm agora a capacidade de prever ameaças potenciais, prevenir incidentes antes que ocorram e responder de maneira mais rápida e precisa em situações críticas.

Esses avanços tecnológicos também estão redefinindo o papel dos vigilantes e operadores de segurança. Mais do que nunca, esses profissionais podem agora assumir uma função mais estratégica e inteligente no plano de execução, aprimorando a eficácia dos sistemas de segurança.

Ao investir em novas tecnologias financeiras e soluções digitais, antecipamos uma série de melhorias significativas. Espera-se que as operações tornem-se ainda mais eficientes, que a experiência para os clientes seja mais segura, que a produtividade das equipes de suporte seja aumentada, entre outros benefícios. O ano de 2024 promete trazer muitas novidades neste sentido, e é vital manter-se atualizado para saber como se beneficiar dessas mudanças.

Em resumo, a tecnologia está moldando o setor de segurança de maneiras novas e emocionantes. Com a contínua digitalização das transações, o aumento do uso de IA no monitoramento e a introdução de inovações como o saque via PIX, o futuro da segurança parece promissor.

Quer saber mais sobre como as inovações tecnológicas estão moldando o futuro da segurança? Cadastre seu e-mail para receber notícias e saiba soluções avançadas e seguras para proteger o que é mais importante para você.

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PF interrompe operação de empresas de segurança ilegais. https://unifortseguranca.com.br/empresas-ilegais-de-seguranca-privada/ https://unifortseguranca.com.br/empresas-ilegais-de-seguranca-privada/#respond Thu, 17 Aug 2023 22:32:31 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=6943 Cerca de 500 policiais federais realizam fiscalização de combate a empresas ilegais de segurança privada. A Polícia Federal deflagra nesta quinta-feira (17/8) a Operação Segurança Legal VII em todo o país visando encerrar a atividade de empresas que executam segurança privada sem autorização.  

Cerca de 502 policiais federais realizam fiscalização de combate a empresas clandestinas de segurança privada. Está prevista a fiscalização de 449 estabelecimentos, entre casas noturnas, comércios, condomínios e outros. 

 Desde 2017, a Polícia Federal realiza essa operação de âmbito nacional, coordenada pela Divisão de Controle e Fiscalização de Segurança Privada – DICOF/CGCSP/DPA/PF e deflagrada pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada – DELESP nas capitais e pelas Unidades de Controle e Vistoria nas Delegacias Descentralizadas. 

 A contratação de serviços clandestinos de segurança privada coloca em risco a integridade física de pessoas e o patrimônio dos contratantes, já que os “seguranças” clandestinos não se submetem ao controle da Polícia Federal quanto aos seus antecedentes criminais, formação, aptidão física e psicológica.  

 Além disso, as empresas clandestinas não observam os requisitos mínimos de funcionamento previstos na legislação. No Brasil, somente empresas de segurança privada autorizadas pela Polícia Federal podem prestar serviços e contratar vigilantes. 

 Será realizado atendimento à imprensa na sede da PF em Brasília/DF, às 14h. Para agendar entrevista, entre em contato pelo e-mail imprensa@pf.gov.br.  

Infelizmente, empresas ilegais de segurança não é uma novidade no mercado. Situações como essa são comuns no setor de segurança privada.

O mercado de vigilância tem crescido progressivamente no país e no mundo. O que muitas empresas contratantes não sabem é que junto também cresce a atuação da segurança clandestina.

Esses “empresas ou profissionais” atuam em todos os ramos da proteção particular e, não necessariamente, são empresas não autorizadas, mas instituições que deflagram o mercado com profissionais sem corretas instruções, produtos de má qualidade, sonegação de impostos, entre outros.

Quais documentos que comprovam a regularidade das empresas de segurança privada?

Os documentos regulatórios são um verdadeiro norte para guiar o processo inicial de contratação. Deve-se observar:

  • portaria e/ou Alvará de Autorização de Funcionamento expedidos pela Polícia Federal;
  • alvará de Revisão de Autorização de Funcionamento fornecido anualmente pelo Polícia Federal;
  • certificado de Segurança fornecido anualmente pela Polícia Federal;
  • certidões negativas de INSS, FGTS, Impostos Municipais, Estaduais e Federais;
  • comprovante de Recolhimento da Contribuição Sindical do exercício atual (GRCS).


O exercício da atividade de vigilância e segurança privada, é regido por legislação federal específica : Lei n.º 7.102/83 que estabelece normas para a constituição e funcionamento das empresas que exploram serviços de segurança, regulamentado pelo Decreto n.º 89.056/83 e Portaria n.º 992/95 que estabelece normas para o exercício da atividade de segurança privada no País.
Como funciona e o que são essas empresas que funcionam de forma clandestina

São empresas que atuam no mercado, prestando serviços de vigilância e segurança sem estarem em condições legais e técnicas para fazê-lo, e provocam verdadeira desordem, prejudicando sobremaneira as empresas legalmente constituídas. Trabalham em total desobediência à Lei, provocando inúmeros problemas – onde, infelizmente, alguns muito trágicos – , veiculados quase que diariamente na imprensa.

empresas ilegais de seguranca
PF interrompe operação de empresas de segurança ilegais. 8

Contratar empresa clandestina de segurança ou profissionais irregulares é um crime! Fique atento.

Além de conferir se a empresa não presta serviço de segurança clandestina, os contratantes devem averiguar a regularidade da empresa a ser contratada. A empresa que tem a autorização da Polícia Federal, mas não cumpre suas obrigações legais, não recolhe as contribuições fiscais e trabalhistas e nem trabalham com documentos dentro do prazo de validade é uma empresa irregular.

Riscos e penalidades para quem contrata ou executa o serviço de segurança clandestina, ou irregular

Quem contrata ou executa o serviço de segurança clandestina, ou irregular está sujeito às penalidades previstas em lei. Agressões, lesões corporais ou quaisquer consequências advindas do uso de arma de fogo, ou de armas brancas, causadas pela prestação de serviço clandestino, levam o contratante e o infrator a responder criminalmente pelo fato.

Além disso, os contratantes são corresponsáveis pela má contratação e devedores solidários em casos de débitos trabalhistas e fiscais. Portanto, o tomador do serviço pode se tornar sujeito passivo da obrigação tributária na forma do dispositivo no Artigo 121, I e II do Código Tributário Nacional.

Empresas clandestinas e empresas irregulares

“VIGILANTE AUTÔNOMO” : NÃO EXISTE essa função, uma vez que o profissional de segurança deve estar registrado numa empresa especializada e possuir o Certificado de Conclusão do curso de formação para Vigilantes, devidamente registrado na Polícia Federal e, também, ser registrado na D.R.T. (Delegacia Regional do Trabalho)e possuir a Carteira Nacional do Vigilante para exercer a atividade.

“SEGURANÇA EFETUADA POR POLICIAIS CIVIS E MILITARES” : É, também, proibida a prestação de serviços de vigilância/segurança efetuada por Policiais Civis e/ou Militares.

Contratação eventual de vigilantes autônomos, policiais civis ou militares

É proibida a contratação e a prestação de serviço autônomo de segurança. Mesmo que esses profissionais sejam policiais civis ou militares. As penalidades previstas para esse tipo contraversão se aplicam tanto para o contratante quanto para o contratado.

Como empresa ilegal de segurança contrata seus funcionários?

Admissão de pessoas não habilitadas (sem curso de formação em escola credenciada pela Polícia Federal); Sem verificação de antecedentes criminais; Sem exames de saúde física e mental; Porte de arma em nome de pessoa física; Sem critério do mínimo indispensável de escolaridade; Não respeita o piso salarial determinado pela categoria; Seu funcionário não tem seguro de vida; Não recolhe os encargos sociais; Não arca com as responsabilidades civil e criminal.

Invariavelmente, por ocasião da proposta de serviços, essas empresas informam ao tomador de serviços, que não existem problemas; que as exigências da lei só são aplicadas ao vigilante que trabalha armado.

Isto não é verdade! A legislação é muito clara e específica. Determina que toda empresa que exercer a prestação de serviços de Vigilância/Segurança (no caso inibir ou coibir a ação criminosa), armada ou desarmada, deverá possuir a Autorização de Funcionamento (documento hábil expedido pelo Departamento de Polícia Federal e renovado anualmente), que permite a empresa explorar este ramo de atividade.

Serviço próprio de segurança

Empresas como hotéis, casas noturnas, restaurantes e outras só podem oferecer serviço de segurança se também possuírem a Autorização de Funcionamento emitida pelo Polícia Federal. Trata-se do Serviço de Segurança Orgânico.

Sendo assim, uma empresa que tenha como objetivo econômico diverso da vigilância e que utilize do quadro funcional para a execução de sua segurança e/ou dos funcionários deve adaptar-se à legislação requerendo a Autorização de Funcionamento à Polícia Federal. Além disso, os funcionários dessa empresa, designados a prestar esse serviço, devem ser registrados no Departamento de Polícia Federal e possuir a CNV – Carteira Nacional do Vigilante.

Ao contratar uma empresa de segurança, fique atento!

CUIDADOS BÁSICOS A SEREM TOMADOS, ANTES DE CONTRATAR SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA/SEGURANÇA, PARA VOCÊ OU PARA SUA EMPRESA:

Conheça a empresa que pretende contratar e os métodos de treinamento dos seus seguranças, visitando a empresa e a academia de formação de seus funcionários;

Peça um plano de segurança à empresa que pretende contratar, onde deverá estar especificado o número adequado de vigilantes a ser utilizado; o sistema de alarme adequado e/ou outros dispositivos de segurança a serem utilizados, de forma que seja garantida a incolumidade física de pessoas ou do local onde serão prestados os serviços. Exija o Alvará de Funcionamento e o Certificado de Segurança devidamente renovados (sem esses documentos, a empresa não pode funcionar).

Análise da proposta financeira

A análise da proposta financeira é de grande importância e é o passo seguinte para uma contratação segura.

Recomendamos:

  • dimensionar os serviços a serem contratados em número de pessoal e a jornada de cada trabalhador, preferencialmente por meio de um projeto ou plano de segurança;
  • tomar as propostas apresentadas com discriminação de preços para cada trabalhador disponibilizado, observando os benefícios e os insumos obrigatórios definidos pela Convenção Coletiva de Trabalho do ano vigente;
  • verificar a inclusão de adicional de periculosidade e, quando for o caso, adicional noturno e/ou de insalubridade;
  • deverá constar também taxa de administração, reserva técnica e fiscalização, além dos tributos.
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Segurança residencial: confira 10 dicas para colocar em prática https://unifortseguranca.com.br/seguranca-residencial/ https://unifortseguranca.com.br/seguranca-residencial/#respond Wed, 08 Feb 2023 19:58:17 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=5814 Nos tempos atuais, cada vez mais as pessoas se preocupam com soluções práticas de se manter em segurança. Com nossa casa e nossos patrimônios isso não seria diferente. Aliás, foi pensando nisso, que resolvemos abordar esse assunto e mostrar como você pode se manter mais protegido. Vale usar um sistema de segurança residencial, para condomínios e empresas nessa etapa.

Ter uma casa segura abrange prevenir acidentes, bloquear e adaptar acessos para crianças, proteger itens valiosos e diminuir os riscos de invasão. Além disso, falta praticidade em determinados itens do mercado que deveriam auxiliar esses processos.

Segurança residencial: por que é importante investir?

Investir em segurança domiciliar, residencial, de empresas e condomínios é fundamental para a proteção da sua família. Além disso, com os altos índices de violência essa prática se torna cada vez mais recomendada. Por isso, o Grupo Unifort conta com os serviços para garantir que seu patrimônio seja o seu porto seguro.

No entanto, oferecemos diferentes tipos de serviço e você pode escolher o qual se encaixa melhor na sua realidade. Segundo informações, somente em São Paulo, uma casa é invadida a cada 1 hora. Ou seja, um número alarmante e que é de causar receio em qualquer pessoa.

Agora, pensando em relação às empresas, ter um ambiente seguro acolhedor é fundamental. A maior parte dos colaboradores passam o dia nesses lugares e para realizarem suas tarefas sem nenhum incômodo, é preciso se sentirem seguros e confortáveis. Além disso, sabemos que muitas regiões são mais violentas que outras e por isso, esse investimento deve ser maior e mais eficaz. Infelizmente, hoje em dia, não dá para contar somente com a sorte.

Quais são os sistemas de segurança domiciliar que podem ser instalados?

De acordo com a Revista de Segurança Eletrônica, existem alguns modos de tentar se preservar e garantir a segurança em ambientes residenciais. Confira quais são:

Câmera de segurança: ambiente externo – As câmeras de segurança residencial para ambiente externo estão se tornando itens indispensáveis. Resistentes a diferentes condições climáticas, esses acessórios podem ser instaladas nos quintais e jardins, bem como na porta da casa ou do edifício. Atualmente, muitas dispensam o cabeamento pesado, conectam-se com o administrador via Wi-Fi e podem armazenar horas de vídeos na nuvem.

Câmera de segurança: ambiente interno – O objetivo das câmeras internas, de um modo geral, é o mesmo das externas: monitoramento. No entanto, como esse acessório fica dentro de casa, não é necessário que seja tão resistente. Existem opções cada vez mais modernas, integradas a aplicativos de celular por Wi-Fi, e que disparam alerta no caso de movimentos suspeitos ou barulhos muito altos.

Fechadura inteligente – Mais do que segurança, as fechaduras inteligentes garantem comodidade ao usuário. Com as smart locks, é possível abrir a porta remotamente por meio de um comando no smartphone (mesmo sem estar em casa) e distribuir cópias da “chave digital” para parentes e amigos que costumam frequentar o seu lar.

Sensor de porta e janela – Esses dispositivos têm uma função simples, mas de grande importância para quem prioriza a segurança: detectar se portas e janelas forem abertas e alertar o usuário. Além disso, eles possuem um poderoso alarme que funciona como uma tentativa de intimidar e afugentar o possível invasor.

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10 dicas para garantir a segurança residencial – Foto: Pixabay

Dicas para garantir a segurança do seu imóvel

Como mencionamos, é preciso se cuidar e para isso você pode contar com as seguintes dicas que separamos. No entanto, em muitos ambientes é preciso ter também uma empresa especializada nesses serviços para se resguardar, como é o caso da Unifort. Veja as ferramentas usadas para a segurança residencial.

  1. Sensores de presença

Antes de mais nada, os sensores de presença possuem uma função de muita importância para quem quer deixar sua casa mais segura. Pois, assim que ele identifica a presença de alguém, as luzes se acendem. Em caso de invasão, eles podem assustar os invasores e inibirem a ação.

Além disso, são um ótimo aliado para aqueles momentos em que você chega muito tarde, ou precisa abrir uma porta e não consegue enxergar. Aliás, os sensores ainda conseguem reduzir os gatos com energia.

  1. Câmeras de segurança

Sem dúvidas, as câmeras de segurança são os artigos mais indispensáveis para quem quer se manter seguro. Aliás, pela sua presença, ela já pode inibir furtos, roubos e outras ações criminosas. Por isso, é uma ótima ferramenta na identificação de problemas e para monitorar em tempo real seus imóveis e a sua segurança residencial.

Com tantas tecnologias inovadores, ficou ainda mais fácil cuidar dos seus ambientes. Além disso, a maioria das câmeras, hoje em dia, possui funções pelas quais você consegue monitorar de qualquer parte do mundo. E, sendo assim, em caso de suspeita, pode ligar para a polícia.

  1. Portão eletrônico

Mais prático e ainda pode ser uma ótima opção para garantir a sua segurança. Muitas pessoas precisam sair muito cedo de casa, e ter um portão automático, além de preservar sua integridade, é uma maneira mais rápida de automatizar esse processo. Aliás, ele é uma ótima forma de ter agilidade.

As empresas de segurança privada costumam investir nesses portões, como mais uma parte do sistema de segurança. Não precisa sair do carro, principalmente em horários mais perigosos, é uma excelente escolha.

  1. Cercas elétricas

Os muros são um local muito suscetível à invasão, então essa dica é superimportante para a segurança residencial. O ideal é que o muro seja alto, de forma que diminua a facilidade para pular e não tenha obstruções (vãos e cantos) que dificultem a visão da presença de estranhos.

Depois desses cuidados, instalar uma cerca elétrica ou concertina faz toda a diferença. Elas possuem algumas diferenças entre si. A concertina protege por meio das farpas e lâminas forjadas no aço, por conta disso, não requer manutenção e nem consome energia.

  1. Grades e vidros temperados

As janelas são um possível acesso de invasão à casa e podem tornar os habitantes vulneráveis. Para resolver isso, as grades para janela são uma opção de bom custo-benefício que traz segurança para casa.

Outra possibilidade é investir em janelas de vidro temperado, que são mais resistentes ao impacto e mantêm uma estética mais arrojada.

  1. Porteiro eletrônico

O porteiro eletrônico faz parte do sistema de segurança residencial, usado em casas, comércios e também em condomínios.

Para você entender, esse equipamento conta com uma fechadura eletrônica, conectada ao interfone, instalado dentro das casas ou condomínios.

  1. Cuidado ao contratar serviços

A casa é o lugar que abriga toda intimidade e o que há de mais importante para as pessoas que habitam. Por isso, para garantir mais segurança residencial, é importante saber a procedência de cada profissional que você precisa receber para um reparo ou reforma.

Dê preferência a indicações ou empresas que você tenha certeza da legalização, uma vez que o funcionário terá acesso ao seu imóvel e ao que há dentro dele.

  1. Use checklist

Essa é uma dica que pode ajudar a reunir tudo que precisa ser feito em prol da segurança do seu lar: uma lista de pontos de melhoria.

Levando em consideração o estado de conservação de todos os acessórios (como fechaduras e câmeras) e as áreas de passagem da sua casa, fica mais fácil analisar onde a segurança precisa ser reforçada e onde você pode instalar as câmeras de segurança.

  1. Seguro residencial

Esse tipo de proteção é indispensável para proteger seu patrimônio não só contra a ação de criminosos, mas, também, contra outros tipos de problemas. 

Uma chuva forte que tire as telhas do lugar, uma descarga elétrica que queime eletrodomésticos ou até mesmo coisas mais simples do dia a dia, como um cano que estourou.

Tudo isso pode comprometer o seu lar de alguma forma, e para evitar dores de cabeça, o melhor é contar com uma apólice. 

Com esse tipo de seguro, você terá todo o suporte financeiro necessário para lidar com essas questões.

  1. Alarmes e luzes de segurança

Conheça os serviços prestados pelo Grupo Unifort e leve a segurança para sua casa

Formado pelas empresas: Unifort Segurança e Vigilância Patrimonial, Unifort Portarias, Jbts Soluções Tecnológicas e Serviços, CCO – Sentinela Unifort e TX2 Formação de Vigilantes. Atendemos empresas e organizações de diversos portes e ramos de atividade.

Em nossos pilares de negócio priorizamos a busca constante de aperfeiçoamento de recursos e processos que garantam a potencialização de inovação, gestão eficiente e a integração de serviços capazes de ajudar e beneficiar pessoas ou empresas diariamente, solucionando suas dores, através de know-how em segurança especializada, colaboradores altamente treinados e equipamentos de última geração tecnológica. Nos tornando assim referência no segmento no estado de Mato Grosso.

E aí, curtiu essas dicas para manter a segurança residencial em dia? Então, aproveite para colocar em prática na sua rotina.
Fonte: Leroy Merlin, Piu Shop

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para garantir a segurança de um grande evento

para garantir a segurança de um grande evento

para garantir a segurança de um grande evento

No Brasil como também no mundo o mercado de produção de eventos está cada vez mais competitivo e exigente devido a inúmeras situações negativas que aconteceram ao longo dos anos. Por isso, buscar excelência na realização de eventos não se torna mais meramente um detalhe, mas algo essencial.

Assim, ao querer realizar um evento seja ele de qualquer natureza, deve-se ter um escopo de diversos pontos a serem considerados em um amplo planejamento que vai desde os mínimos detalhes da entrada até a segurança que tornará os riscos de incidentes praticamente nulos.

No entanto, caso algum imprevisto venha a ocorrer, é fundamental ter um plano de controle da situação — qualquer que seja ela. Neste post, falamos mais sobre esse assunto. Confira!

 

| Qual a importância da segurança em eventos para tudo ocorra com extremo sucesso?

Antes de tudo, é preciso compreender o quanto nossa vida é valiosa para pouco nos importar com a nossa segurança. Como espectador, patrocinador ou promotor de um evento, é essencial assumir a responsabilidade de eventuais riscos, e assim, empregar esforços para sua prevenção. Não é segredo que o planejamento de um evento requer grande esforço. A idealização de um momento comemorativo ou até mesmo de negócios abrange a escolha do local, a temática, o público, as atrações, a duração e outros elementos. Com tanto tempo e dedicação gastos, é essencial que tudo ocorra conforme o planejado, e que a sua segurança, e a de todos os demais, seja uma das prioridades.

 

| Normas de segurança para eventos públicos

A Portaria nº 3.233/2012 dispõe sobre as normas relacionadas às atividades de Segurança Privada, conferida pelo Diretor Geral do Departamento de Polícia Federal no uso de suas atribuições, em 10 de dezembro de 2012. O Grupo Unifort detém de atividades reguladas, fiscalizadas e autorizadas por este Departamento, com os objetivos de garantir a dignidade da pessoa humana, a segurança dos cidadãos, e prevenir eventos danosos e diminuição de seus efeitos, vide artigos 1° e 2° da referida Portaria.

 

| Colete para segurança de eventos é obrigatório?

Sim! O uso de uniforme pelo vigilante é obrigatório e restrito para quando o vigilante estiver em serviço. Tais previsões e regulamentações constam da Lei 7.102 e Decreto Nº 89.056 e Portaria Nº 3.233/2012/DG/DPF.

| Os segmentos da segurança em eventos

Com a finalidade de prover a segurança de todos os envolvidos no evento, assegurando um ambiente confortável, seguro e de perfeita normalidade e harmonia para os organizadores e espectadores, além dos requisitos necessários ao perfil do vigilante que atuará, o serviço de segurança em eventos é segmentado e possui as suas especificidades, que variam conforme o tipo, a dimensão e a localização do evento:

  • Controle de acesso;

Tem por objetivo desenvolver as técnicas de controlar o acesso ao evento, mediante revistas pessoais e identificação de objetos e substâncias proibidas, ou suscetíveis a possibilitar atos de violência.

  • Gerenciamento de público;

Com o intuito haver pronta resposta a qualquer problema envolvendo pessoas que estejam no evento, é a capacidade de fornecer informações, orientações, indicar os acessos, contribuir com o conforto e bem-estar dos frequentadores, promover a ordem, entre outras funções.

  • Gestão de emergências

Tem por objetivo prover combate a incêndios, prestar assistência inicial em situações de emergência, providências adequadas em caso de sinistros, principalmente na evacuação de recintos onde são realizados grandes eventos, sempre com a utilização de técnicas de primeiros socorros com o fim de preservar a vida, bem como identificar e comunicar às autoridades responsáveis, eventuais comportamentos que vão contra os direitos humanos.

| Qual a importância de um equipe profissional no seu evento?

O primeiro ponto para avaliar é a redução de risco que o ambiente vai oferecer e também sempre planejar como lidar em situações emergenciais.

Uma equipe profissional deve estar apta para atuar em diversos tipos de ambientes e situações evitando catástrofes.

Um exemplo de incidente é o que aconteceu em 2013 3m Santa Maria/RS, em um incêndio que matou mais de 200 pessoas e deixou 600 pessoas feridas. Não só no Brasil, mas fora como aconteceu em 2016 na boate Pulse em Orlando, onde cerca de 50 pessoas perderam suas vidas devido a um tiroteio no ambiente.

Relembre o caso:

Anos depois do incêndio que matou 242 jovens e deixou mais de 600 feridos na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, familiares das vítimas consideram que a justiça começou a ser feita. No último mês de dezembro, quatro pessoas acusadas pelo Ministério Público (MP) pelos 242 homicídios e 636 tentativas de homicídio por dolo eventual, foram condenadas em júri popular a penas de 18 a 22 anos, a serem cumpridas em regime fechado, inicialmente.

 

Então como você pode perceber, essa questão de segurança é chave, sejam eventos em clubes pagos e com características semelhantes, o mesmo se aplica a outros tipos de eventos como casamentos, confraternizações, feiras, eventos empresariais, etc.

Ter uma equipe formada por profissionais especializados em segurança pode evitar que existam vítimas graves e fatais em casos de incidentes no seu evento. Além disso a atuação coercitiva pode evitar diversos problemas e coibir pessoas mal intencionadas.

Não só por isso, mas em eventos abertos se o público estiver preocupado com a falta de segurança no local, pode afetar o sucesso do seu evento dispersando a atenção das pessoas. A equipe de segurança deve estar visível nas entradas e saídas e até mesmo circulando pelo evento.

Um evento com boa segurança trará comentários positivos e além de deixar as pessoas mais a vontade, fará com que gere avaliações positivas, gerando um marketing gratuito e eficaz. Assim ajudando a conquistar mais público para próximos eventos.

| Planejamento de segurança com análise de riscos

Seja pequeno, médio ou de grande porte, todo evento possui sua estrutura e a necessidade de um perfil de segurança apto para atuar em suas dependências. É essencial contar com a ajuda de uma equipe especializada para fortificar sua segurança através da primordial análise de riscos, mediante o estudo dessa estrutura.

1. Atente-se para a escolha do local

O local deve levar em conta o número de convidados e o tipo de público. Essa escolha é extremamente importante para garantir que todos sejam devidamente acomodados no dia do evento. Lembre-se: um lugar pequeno e superlotado representa graves riscos à segurança dos presentes. É imprescindível respeitar a capacidade do espaço.

Vale ressaltar que também é importante se informar sobre a criminalidade nas redondezas, o histórico de ocorrências de assaltos, as opções de estacionamento, a iluminação nas vias de acesso, a infraestrutura e a documentação do local, os itens de segurança contra incêndio, entre outros aspectos pertinentes.

2. Faça análise e identificação de riscos

É importante identificar possíveis riscos, como furto e roubo, vandalismo, incêndio, desmoronamento e similares. Os processos de análise e identificação de riscos podem ser otimizados por meio de testes feitos antes do evento. Dessa forma, é possível fazer ajustes prévios, caso necessário.

Essa análise também é fundamental para a criação de planos de contingência. Se qualquer imprevisto ou situação inadequada ocorrer, é indispensável que todos os responsáveis saibam como proceder corretamente.

Em caso de incêndio, por exemplo, é preciso ter um plano de evacuação e saídas adequadas. Já em casos de falta de energia elétrica, o ideal é contar com um gerador em diferentes pontos do local.

3. Obtenha todas as autorizações e licenças

Para cada tipo de evento, existem órgãos responsáveis por fiscalizar e emitir autorizações para sua realização. A falta de documentação correta pode causar multas e até o cancelamento do evento.

Para que todo o esforço empregado não seja em vão, é interessante conhecer quais são os documentos comumente exigidos nesse processo.

O mais importante deles é o Alvará de Funcionamento Temporário, válido para cada evento — o que significa que, a cada realização, um novo documento precisa ser emitido. Cada cidade tem suas exigências quanto à documentação a ser apresentada, mas normalmente são exigidos:

  • contrato social ou estatuto;
  • Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);
  • termo de responsabilidade específico e assinado;
  • laudo técnico de segurança;
  • comunicado aos órgãos de segurança, como Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.

Em alguns casos, é preciso ter um plano de limpeza. Os signatários do pedido devem apresentar documentos de identificação, como RG e CPF. Além disso, é preciso obter autorização da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) e, em determinados casos, da responsável pela defesa do meio ambiente.

Dependendo do tipo do evento, licenças específicas são requeridas. É o caso da Vistoria Sanitária, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em eventos que envolvem a manipulação e o consumo de alimentos, por exemplo.

Outro exemplo é o de eventos que farão uso de fogos de artifício. Para essas situações, há a necessidade de Autorização da Divisão de Produtos Controlados.

Se o evento inclui apresentações de artistas ou técnicos, como em shows, é preciso garantir o pagamento pertinente a direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). Esse processo pode levar de 15 a 90 dias, dependendo da cidade e da complexidade do evento. Portanto, é fundamental se antecipar para que tudo esteja pronto em tempo.

Tenha em mente que a ocorrência de acidentes em eventos sem as devidas autorizações pode gerar processos cíveis e criminais, além de criar uma imagem negativa para a empresa. Nenhum gestor deseja isso, não é mesmo?

4. Atente-se para o credenciamento dos funcionários – Sobre a equipe de segurança para eventos

É necessário que todos os integrantes da equipe sejam identificados e divididos por área de atuação (staff, imprensa, segurança e outras). O crachá deve ser pendurado preferencialmente no pescoço, de modo a facilitar a identificação, e usado durante todo o evento.

Os funcionários devem ter uniforme padronizado que facilite o reconhecimento e a rápida identificação por todos os participantes, sejam convidados, sejam organizadores. Embora essa observação possa parecer um mero detalhe, é uma ação que contribui para um planejamento de segurança em eventos efetivo.

5. Tome cuidado com falsificações da identificação do público

A segurança na venda e na distribuição dos ingressos, bem como a identificação das pessoas que acessam o local do evento, é algo de grande importância. Por isso, a portaria deve ter profissionais habilitados e capazes de reconhecer ingressos falsificados, o que diminui consideravelmente o risco de prejuízos para o organizador.

Outra medida preventiva relacionada diretamente ao planejamento de segurança em eventos é a instalação de equipamentos, como identificadores de metal, e a presença de seguranças para controlar e proibir a entrada de armas brancas (como canivetes, facas e outros objetos cortantes que possam ser usados em confusões e causar acidentes).

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6. Tenha uma brigada de incêndio

Esses profissionais estão aptos a fazer evacuação, resgate e combate em casos de incêndio ou desastres. Além disso, também podem ajudar a verificar o estado de conservação dos extintores existentes no local e até a providenciar sua substituição, caso necessário.

Ou seja, esse tipo de contratação vale muito a pena. A equipe da brigada de incêndio em geral realiza uma inspeção prévia no local para conhecer o espaço e montar um plano estratégico para o caso de incidentes. Dessa forma, os responsáveis pela organização do evento (e também os participantes) podem se sentir mais tranquilos e confiantes em relação ao planejamento de segurança.

7. Tenha um plano de contingência

O plano de contingência deve conter os procedimentos que serão adotados caso haja incidentes graves durante o evento, como tumultos, incêndios ou desmoronamentos.

É fundamental que todos os integrantes do staff (recepcionistas, imprensa, equipe de limpeza, segurança e outros) conheçam os procedimentos de emergência, tanto para que estejam capacitados a orientar os convidados quanto para sua própria segurança.

8. Tenha um plano de abandono

É importante pensar em rotas de saída, localização de extintores, equipe de brigadistas e todos os itens que incluem a evacuação do local em caso de emergência.

A legislação exige um espaço mínimo para o local de evacuação, além de uma sinalização clara da saída. Esses aspectos devem ser observados com muito rigor, para que possíveis embargos ou multas não venham a ocorrer.

Controle de Acesso
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Quais os problemas que a segurança de eventos terceirizada pode evitar?

O primeiro ponto positivo é que com uma equipe terceirizada você garante a eficácia da segurança do evento e diminui a sua preocupação com a equipe de trabalho.

Essa equipe pode trabalhar garantindo a atuação em diversas situações como:

  • Retirada de indivíduo sem convite, ingresso ou credencial;
  • Controle de indivíduo armado;
  • Controle de brigas no espaço do evento;
  • Auxílio à evacuação do espaço, em caso de incêndio, explosão, vazamento de gás ou outros.
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Quanto maior o seu evento mais chances que problemas como esse aconteçam. Por isso é necessário ter uma equipe proporcional ao tamanho do evento.

Em diversos locais se trabalha com a média de 2% do público total, ou seja, um evento com 100 pessoas precisa ter no mínimo 2 pessoas atuando na segurança do local.

Levando em consideração esse cálculo eventos maiores, precisam de dezenas e em alguns casos até centenas de pessoas para cobrir todo o evento.

E com uma equipe terceirizada você poderá ter uma cobertura completa, sem ter que se preocupar com itens operacionais para a atuação da equipe de trabalho.

Quais as principais vantagens de uma equipe de segurança terceirizada?

O primeiro e talvez o principal ponto é que com uma equipe terceirizada você terá profissionais da área de segurança atuando no seu evento. Garantindo que quem trabalha nessa área e treinado e está apto a atuar em situações de risco em potencial de forma eficaz, minimizando riscos e efeitos colaterais.

O custo e o trabalho é menor do que a contratação direta, sem falar que você não precisará se preocupar com direitos trabalhistas como 13° e FGTS, pois você paga apenas o valor que é acordado no contrato de trabalho com a empresa terceirizadora.

Assim que o contrato de trabalho acabar o seu vínculo com a empresa terceirizadora é encerrado, até que volta a precisar contratar novamente. E caso queira substituir alguém no seu time de trabalho o processo é muito mais simples e rápido.

Por fim a empresa terceirizada sempre terá o know-how necessário para atender a sua demanda por completo, isso é se for uma empresa séria e com experiência assim como o Grupo Unifort Assim você não precisará dedicar tanto tempo se preocupando com a segurança do evento e poderá se preocupar com outros aspectos da organização.

O estabelecimento de regras para a prestação de serviços

Mesmo a empresa tendo conhecimento você poderá conversar com a empresa e criar um acordo para a atuação no evento. Como por exemplo, a não utilização de agressão física e verbal, mesmo em situações de imprevisto. Isso por exemplo, pode evitar processos para você e para a empresa terceirizada por abuso de força ou até mesmo de autoridade.

Além disso o profissional deve continuar agindo com civilidade, mesmo que haja um cenário que a situação esteja descontrola. Afinal ter equilíbrio emocional e estar com a cabeça fria, fará toda diferença em situações de anormalidade.

Também vale lembrar que a equipe de segurança também representa a “cara” do seu evento, por isso devem sempre estar atentos e prontos, porém não precisam ser antipáticos com os participantes.

Como agir com a gestão da equipe de segurança

Mesmo que você tenha uma equipe terceirizada, não deve abrir mão totalmente de acompanhar a equipe que trabalha com você. Afinal em qualquer eventualidade você continuará sendo responsável pelo evento.

Por esse motivo alguém da sua equipe (ou até mesmo você), deve acompanhar o trabalho da equipe de segurança, tirar dúvidas sobre o evento quando surgirem e orientando a quem devem recorrer em casos de anormalidades.

Você pode combinar da equipe preparar para você um relatório com anormalidades e acontecimentos que pode ser utilizado para próximos eventos e até mesmo para construir um manual com normas e ações para serem tomadas.

Principais cuidados na hora de contratar uma empresa terceirizada

Alguns cuidados são importantes na hora de fazer a contratação e um deles é justamente o preço, nunca coloque o custo acima da qualidade do serviço prestado.

Você pode querer economizar um pouco, mas esse valor não tem nenhuma importância perto da segurança das pessoas que estarão no seu evento. Desconfie de empresas que entregam orçamentos muito baixos, pois você pode estar contratando uma empresa que não terá a disponibilidade de atender todos os seus requisitos de segurança.

Outro ponto a se observar é o treinamento do time que irá trabalhar com você, não adianta você ter um monte de homens altos e fortes no seu evento, pois sem o treinamento adequado a força pode não fazer diferença alguma.

Os profissionais precisam antes de mais nada saber como agir e reagir, você precisa tomar cuidado para não contratar uma empresa que ofereça “seguranças decorativos”.

Por fim, não se esqueça de ter a proporção correta para a quantidade de pessoas que estará no seu evento, pois assim você garante que em situações de ocorrência o time conseguirá atuar. Mesmo uma equipe bem treinada não é capaz de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

Garanta a segurança fortificada para o seu evento.

Agora que você compreendeu que a segurança em eventos não deve ser realizada por qualquer um, é fundamental que escolha uma empresa confiável e devidamente autorizada a executar tal missão. O Grupo Unifort tem vasta experiência quando o assunto é segurança em eventos, seja de pequeno, médio ou grande porte. Estamos presentes em todos os seguimentos: aniversários, shows, festivais, feiras, convenções, encontros, eventos esportivos, religiosos e muito outros.Todos os requisitos imprescindíveis o Grupo Unifort já possui, só lhe falta nos contatar para fecharmos essa parceria, deixa que da sua segurança a gente cuida. Conheça aqui todos os serviços que oferecemos em segurança para eventos.

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Segurança Pública e Privada no Brasil: O que é, Conceito e definições https://unifortseguranca.com.br/seguranca-publica-e-privada-no-brasil-o-que-e-conceito-para-que-serve/ https://unifortseguranca.com.br/seguranca-publica-e-privada-no-brasil-o-que-e-conceito-para-que-serve/#respond Mon, 24 Oct 2022 22:48:14 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=4768

De acordo com o Fórum de Segurança, a Segurança Pública é um serviço público, baseado na prevenção e na repressão qualificada, com respeito à equidade, à dignidade humana e guiado pelo respeito aos Direitos Humanos e ao Estado democrático de Direito. A partir destes princípios, políticas de segurança pública ganham diversidade nos diferentes territórios e contextos.

Além dessa definição, a segurança pública é um tema muito debatido no Brasil, principalmente pelos seus métodos falhos. Bem como os grandes casos de insegurança que assolam toda a sociedade. Todos nós sabemos como é grave está questão e como o poder paralelo tem crescido e dominado grandes áreas nos últimos anos.

Assim como o acesso à saúde, à educação e à moradia, a garantia de ir e vir com segurança é um direito fundamental previsto pela Constituição Federal de 1988, sendo dever do Estado assegurá-lo.

 

Quem é responsável pela Segurança Pública no Brasil? 

O Art. 144 da Constituição traz que:

a segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade* das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos:

    1. Polícia federal;
    2. Polícia rodoviária federal;
    3. Polícia ferroviária federal;
    4. Polícias civis;
    5. Polícias militares e corpos de bombeiros militares.

1. Polícia Federal

A Polícia Federal, instituída por lei como órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se a:

  • Apurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme, segundo se dispuser em lei;
  • Prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas respectivas áreas de competência;
  • Exercer, com exclusividade, as funções de polícia judiciária da União.
 

2. Polícia Rodoviária Federal

A Polícia Rodoviária Federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais.

3. Polícia Ferroviária Federal

A Polícia Ferroviária Federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais.

4. Polícias Civis

Às Polícias Civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares.

5. Polícia Militares

Às Polícias Militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.

Por fim, todos esses dados foram colhidos doo site de Gestão de Segurança Privada, que tem o intuito de fomentar o conhecimento sobre este setor.

 

Mapa da Violência no Brasil

De acordo o Fórum Brasileiro de Segurança: “Como realizado nas últimas edições, buscou-se retratar a violência no Brasil, principalmente a partir dos dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde.

Na análise dos dados do SIM, verificou-se um importante aumento das mortes violentas por causa indeterminada no ano de 2019, que traz, entre outros pontos que serão tratados, implicações para a comparabilidade entre os anos do período analisado.

As análises dos dados de violência do Sinan, realizadas nas seções de violência contra a população LGBTQI+ e de violência contra pessoas com deficiência, foram centradas nos registros de violências cometidas por terceiros, excluindo-se assim os casos de agressão autoinfligida, ou seja, em que a vítima também foi registrada como uma das autoras da violência.

 

O que é Segurança Privada?

Segurança Privada é a atividade de segurança, de caráter privado e preventivo, exercida por empresas credenciadas junto ao Departamento de Polícia Federal, nos termos da legislação vigente, com o objetivo de garantir a incolumidade física das pessoas e a integridade do patrimônio.

As atividades da segurança privada são consideradas complementares as atividades de segurança pública nos termos da legislação específica e se resumem basicamente em:

Vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada, segurança pessoal e cursos de formação, extensão e reciclagem de vigilantes.

Segurança Privada é definida como sendo as atividades de proteção de pessoas, áreas ou bens, executadas por empresas privadas, autorizadas pelo Departamento de Polícia Federal, nos termos da legislação em vigor, com a finalidade de garantir a incolumidade física das pessoas e a integridade do patrimônio.

De acordo com a Portaria n.º 3.233/12 da Polícia Federal, as atividades da segurança privada são consideradas complementares as atividades de segurança pública nos termos da legislação específica.

 

Conceitos e Definições de Segurança Privada

A segurança privada é o ramo de atividade econômica que tem, por objetivo, explorar o serviço, proteção de patrimônios e de pessoas.

A segurança é o direito de proteger a si, sua família, seus empregados, seus bens, etc., nos limites permitidos pela lei, com recursos próprios, através de meus privados.

São atividades desenvolvidas por empresas privadas, autorizadas pela Polícia Federal, visando a proteção de pessoas, espaços e bens.

 

Legislação sobre Segurança Privada

As Atividades da Segurança Privada no Brasil são autorizadas pela Lei no 7.102, de 20 de junho de 1983.

Que dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores, e dá outras providências.

De acordo com a Lei 7,102, cabe ao Ministério da Justiça, por intermédio da Polícia Federal  ou mediante convênio com as Secretarias de Segurança Pública dos Estados e Distrito Federal, conceder autorizações e fiscalizar as atividades da segurança privada no Brasil.

As Atividades da Segurança Privada no Brasil são regulamentadas pela PORTARIA n.º 3.233/2012-DG/DPF, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2012.

A Portaria 3.233/2012,  disciplina as atividades de segurança armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas empresas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros.

Está em fase de aprovação no Senado o Estatuto de Segurança Privada, legislação que promete atualizar e renovar a legislação de segurança Privada no País.

 

seguranca publica e privada 1

 

Conheça o Projeto Luz Azul

A iniciativa Projeto Luz Azul teve como inspiração o projeto Green Light, na cidade de Detroit, que era uma das três cidades mais perigosas dos Estados Unidos. Após observar um aumento no índice de assaltos em postos de combustíveis em janeiro de 2016, o Departamento de Polícia, em parceira com oito postos locais, instalou câmeras internas e externas de alta resolução que transmitiam as imagens em tempo real para a polícia.

O Projeto Luz Azul é fruto de uma parceria entre os setores público e privado. Ele estabelece zonas seguras dentro da cidade, com a instalação de câmeras de vigilância ultramodernas nas fachadas dos edifícios (voltadas para a rua), identificadas com uma luz azul.

As imagens em alta definição ficarão armazenadas na nuvem e são compartilhadas  em tempo real com as autoridades da área de segurança pública.

O acompanhamento das imagens pelas autoridades poderá auxiliar em possíveis investigações, registros de ocorrências, entre outras medidas de segurança.

Como o projeto Funciona?

O sistema do Projeto Luz Azul é todo criptografado, ou seja, os dados estarão seguros e o acesso só será concedido a quem for autorizado. Ele possui um sistema de identificação própria, composto por placas de identificação, sinalizador luminoso azul e uma propaganda nacional para informar a população as áreas com maior e melhor segurança.

Se você quer fazer parte do Projeto Luz Azul e deseja aumentar a segurança de sua vizinhança, conte com a qualidade e a experiência da Ser-Tel. Estamos há mais de 50 anos no mercado de segurança de patrimônio e temos profissionais capacitados para integrar o seu condomínio ao Projeto Luz Azul, contribuindo com a sua segurança e de toda a sua vizinhança.

 

Setor Privado

Cada participante adquire, na forma de aluguel mensal, um pacote que inclui:
• Câmeras integradas à polícia (instalação e manutenção inclusas);
• Luzes azuis (símbolo do projeto)
• Placas de identificação (verificar figura 1)
• Publicidade sobre o programa nas mídias
A instalação é muito simples pois as gravações e o software ficam
hospedados e operam dentro da nuvem da Microsoft (AZURE).

Setor Público

O setor público se beneficia tendo acesso a milhares de câmeras, sem custo, usando a plataforma “Security Center”.

 

Fonte: Fórum de Segurança Pública, Politize, Gestão de Segurança Privada

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