portaria remota / virtual – Grupo Unifort Segurança 24h! https://unifortseguranca.com.br A ocorrência acontece onde a prevenção falha Mon, 01 Dec 2025 23:12:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://unifortseguranca.com.br/wp-content/uploads/2020/09/avatar-150x150.png portaria remota / virtual – Grupo Unifort Segurança 24h! https://unifortseguranca.com.br 32 32 Videomonitoramento inteligente: VSaaS e IA https://unifortseguranca.com.br/videomonitoramento-inteligente-vsaas-e-ia/ https://unifortseguranca.com.br/videomonitoramento-inteligente-vsaas-e-ia/#respond Thu, 09 Oct 2025 22:16:33 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=8018 Se a segurança eletrônica da sua empresa ou condomínio ainda gira em torno de comprar DVR, trocar HD queimado e passar cabos, o seu modelo está preso a uma lógica que a transformação digital já superou. O que antes era investimento pesado em equipamento físico, o famoso CAPEX, hoje pode ser substituído por um serviço em nuvem, o VSaaS, que elimina o ponto único de falha e reduz drasticamente o impacto da falha humana na vigilância.

Em vez de depender de um gravador instalado na guarita, que envelhece, dá defeito e pode ser levado justamente na hora do crime, o VSaaS transmite as imagens diretamente para a nuvem, em data centers seguros, com redundância e inteligência embarcada. O resultado é simples de visualizar. A câmera registra o evento e, praticamente ao mesmo tempo, a imagem já está protegida fora do local, pronta para ser usada como evidência e para alimentar sistemas de inteligência artificial.

Ao longo deste conteúdo, você vai entender o que é exatamente o VSaaS, como ele rompe com a dependência de hardware local e por que esse modelo se tornou a resposta mais consistente para quem quer combater, de forma estruturada, a falha humana no videomonitoramento patrimonial.

O que é videomonitoramento e sua evolução histórica

Videomonitoramento é o uso de câmeras de vídeo que transmitem imagens para um ponto específico, onde elas são exibidas em um conjunto limitado de monitores. Durante muitos anos, essa tecnologia foi conhecida como CFTV, circuito fechado de televisão, e funcionava de forma totalmente analógica.

No modelo original, as câmeras eram ligadas por cabos coaxiais robustos a gravadores que usavam fitas VHS. Na prática, isso significava salas com pilhas de fitas, trocas manuais e uma recuperação de imagens lenta e pouco prática. Quando ocorria um incidente, localizar o trecho certo em horas de gravação era um processo trabalhoso, sujeito a falhas e perdas de informação.

A digitalização trouxe os DVRs, gravadores digitais de vídeo, que passaram a registrar tudo em discos rígidos. Em seguida, com a chegada das câmeras IP, surgiram os NVRs, gravadores de vídeo em rede, que permitiram uma melhor qualidade de imagem e um acesso remoto básico via internet. Apesar desse avanço, a lógica continuou sendo a mesma. O hardware ficava fisicamente no local do cliente, exposto a falhas elétricas, problemas de manutenção, roubos e obsolescência.

Hoje, o videomonitoramento deixou de ser apenas um recurso para ver ou gravar imagens. Ele se tornou uma ferramenta de gestão. Em empresas, é usado para auditar processos, apoiar a segurança do trabalho e proteger o perímetro. Em condomínios, é peça central para o controle de acesso e para a sensação de tranquilidade dos moradores. Mesmo assim, por melhor que seja a resolução das câmeras, o modelo tradicional ainda mantém um calcanhar de Aquiles que a tecnologia pura de captura de imagem não resolve. Esse ponto frágil é o fator humano.

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VSaaS com inteligência artificial para videomonitoramento inteligente na nuvem.

A falha humana na vigilância

O monitoramento convencional parte de uma premissa sedutora, porém irrealista. Se algo acontecer, o operador verá e reagirá. O problema é que o funcionamento da mente humana não foi projetado para observar dezenas de cenas quase estáticas durante horas, em busca de um evento raro.

Diversos estudos em atenção mostram que, depois de alguns minutos olhando telas com pouca variação, a capacidade de perceber mudanças relevantes despenca. Em um cenário de segurança, isso significa que o evento crítico pode acontecer diante dos olhos do operador, mas ele não registra a informação a tempo de agir.

A fadiga de vigilância

Imagine um operador em uma guarita ou central de monitoramento que precisa acompanhar 16, 32 ou até 64 câmeras, com corredores, garagens, portões e muros. Em teoria, cada quadrante da tela pode esconder uma ameaça. Na prática, nenhum ser humano consegue processar essa quantidade de informação visual, com precisão e constância, durante todo o turno.

Com o passar do tempo, a mente começa a filtrar o que parece repetitivo. Corredores vazios, portões fechados e imagens estáveis passam a ser ignorados. Surge então a cegueira por desatenção. O evento importante acontece na quarta câmera, mas o olhar do operador está fixo na décima segunda, ou desviado para o celular, para uma conversa ou para qualquer outra distração momentânea.

Esse não é um problema de má vontade ou de falta de treinamento. É uma limitação natural da atenção humana. Quanto maior o número de câmeras, maior a ilusão de controle. Na prática, o risco de um incidente passar despercebido cresce na mesma proporção.

O fim do ponto único de falha

O grande problema do modelo tradicional é a concentração de todo o histórico em um único equipamento, o DVR ou NVR. Quando um invasor entra na guarita, rende o porteiro e leva o gravador, o sistema perde, em segundos, o registro de dias ou semanas de operação. Na prática, o crime sai do campo da prova visual e se torna muito mais difícil de investigar.

Com o VSaaS, o conceito de ponto único de falha deixa de fazer sentido. A partir do momento em que a câmera envia as imagens para a nuvem, o registro já está fora do alcance físico de quem está dentro do local. Mesmo em um cenário extremo, em que câmeras são destruídas e o ambiente sofre danos severos, as gravações anteriores ao evento permanecem disponíveis para perícia e responsabilização.

alt="Ilustração de VSaaS com nuvem em destaque e cérebro digital de inteligência artificial recebendo dados de câmeras IP, representando videomonitoramento inteligente na nuvem"
tendências da segurança eletrônica

O que é VSaaS e como funciona o videomonitoramento como serviço

O VSaaS, Video Surveillance as a Service, rompe com a dependência de um gravador físico no local monitorado. Em vez de concentrar tudo em um DVR ou NVR que precisa ser protegido, alimentado e mantido, a arquitetura leva a gestão e a gravação das imagens para a nuvem.

Nesse modelo, as câmeras enviam as imagens diretamente para servidores seguros em data centers remotos, por meio da internet. O cliente acessa as imagens, ao vivo ou gravadas, por aplicativos ou navegadores, usando credenciais criptografadas e controles de acesso por perfil de usuário.

A analogia com o streaming

Uma forma simples de entender o VSaaS é comparar com o que aconteceu no consumo de filmes. No CFTV tradicional, você comprava o conteúdo físico. Era o equivalente a ter uma coleção de DVDs e um aparelho em casa. Se o aparelho estragasse ou o disco riscasse, você perdia o acesso ao filme.

No VSaaS, a lógica se aproxima do streaming. Você acessa o conteúdo sob demanda, de qualquer lugar, por meio de aplicativo ou navegador. O processamento pesado e o armazenamento não ficam mais na sua sala de monitoramento, e sim em uma infraestrutura de nuvem, dimensionada para lidar com grandes volumes de vídeo de forma segura e redundante.

Na prática, o VSaaS entrega algumas mudanças importantes.

Em primeiro lugar, a escalabilidade passa a ser imediata. Se você precisa de mais tempo de retenção das imagens ou de mais câmeras, a expansão acontece por configuração de software, não por compra e troca de equipamentos físicos. Isso reduz o tempo entre a necessidade e a solução e evita investimentos pontuais em hardware que se torna obsoleto pouco tempo depois.

Em segundo lugar, o acesso às imagens torna-se universal para os gestores autorizados. Um síndico, por exemplo, pode visualizar as câmeras do condomínio no celular, sem depender de redirecionamento de portas ou de configurações complexas de rede. O mesmo vale para gestores de múltiplas unidades, que passam a centralizar a supervisão em um único painel, independentemente da cidade ou do estado onde as unidades estão.

Em terceiro lugar, a segurança da informação melhora de forma significativa. Se uma câmera é vandalizada ou se o local é invadido, as imagens anteriores ao evento já estão gravadas na nuvem, fora do alcance físico dos invasores. O que antes dependia da integridade de um equipamento exposto passa a contar com infraestrutura de data centers com políticas rigorosas de redundância, backup e controle de acesso.

Por fim, há o benefício das atualizações contínuas. O software que gerencia o VSaaS é atualizado automaticamente na nuvem. Isso significa correções de segurança, novas funcionalidades e melhorias de desempenho entregues sem que o usuário precise trocar firmware, reinstalar programas ou acionar suporte para atualizações manuais. O sistema permanece alinhado às novas ameaças cibernéticas e às novas exigências de usabilidade.

Principais características do VSaaS

  1. Escalabilidade instantânea. Quando há necessidade de mais câmeras ou mais dias de gravação, é feita uma ampliação de serviço, em vez de uma nova rodada de compras de equipamento físico.
  2. Acesso de qualquer lugar. Gestores autorizados podem visualizar imagens em tempo real ou gravadas por meio de aplicativos ou navegadores, sem depender de ajustes complexos de rede como redirecionamento de portas ou serviços de DDNS.
  3. Segurança das gravações. Caso a câmera seja vandalizada ou o local seja invadido, as imagens já enviadas permanecem disponíveis na nuvem, fora do alcance físico dos criminosos.
  4. Atualizações contínuas. O software que roda na nuvem é atualizado de forma centralizada, o que garante correções de falhas, novas funções e proteção contra ameaças cibernéticas sem intervenção manual do usuário final.

Como funciona o VSaaS

Para enxergar a robustez do VSaaS, vale olhar para as três etapas críticas que sustentam este tipo de solução. Cada etapa cumpre um papel direto na integridade da prova visual e na eficiência do sistema.

  1. A captura inteligente.
    As câmeras IP fazem a captura da imagem e do áudio, quando configuradas para isso. Em projetos mais avançados, parte da análise já acontece na própria câmera, o que chamamos de processamento na borda. Essa pré-análise reduz a quantidade de dados que precisa ser enviada e prioriza eventos relevantes.
  2. A transmissão segura.
    As imagens são codificadas e criptografadas antes de sair do ambiente monitorado. A transmissão pela internet utiliza protocolos seguros, como conexões cifradas e, quando necessário, túneis de VPN. O objetivo é impedir que alguém intercepte o fluxo de vídeo ou tenha acesso não autorizado aos dados em trânsito.
  3. O armazenamento e a gestão na nuvem.
    Ao chegar nos data centers do provedor, as imagens são gravadas em servidores com redundância. Isso significa que cópias são distribuídas entre equipamentos diferentes para que uma eventual falha de hardware não provoque perda de histórico. O cliente acessa tudo por um portal web ou aplicativo, com níveis de permissão definidos e trilha de auditoria de acesso.
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A inteligência artificial como potêncializador do humano operador

Se a nuvem resolve o problema do armazenamento e da segurança das imagens, a inteligência artificial atua sobre o ponto mais sensível do monitoramento tradicional, a atenção. A IA aplicada a vídeo transforma cada câmera em um sensor ativo, que não se limita a registrar o que acontece, mas interpreta padrões e destaca o que foge do normal.

Em vez de depender de um operador para identificar, em tempo real, uma movimentação suspeita em meio a dezenas de cenas, o sistema passa a analisar, quadro a quadro, tudo o que está sendo captado. A IA trabalha de forma contínua, sem fadiga, sem desatenção e sem interferência de fatores emocionais ou físicos.

Para isso, os algoritmos são treinados para diferenciar movimentos irrelevantes de potenciais ameaças. Uma árvore balançando, a variação de luz causada por nuvens ou faróis, a presença de animais pequenos ou de reflexos aleatórios deixam de acionar alarmes. Já a presença de pessoas, veículos ou comportamentos atípicos é identificada e transformada em alertas estruturados.

Funcionalidades críticas da IA em vídeo

Busca forense inteligente. Em vez de assistir horas de gravação, o gestor pesquisa por características específicas, como cor de roupa ou tipo de veículo. O sistema retorna, em poucos segundos, todos os trechos de vídeo que se encaixam nesses filtros.

Detecção de intrusão perimetral. O sistema desenha linhas ou áreas virtuais sobre a imagem, como muros, cercas ou portões. Se uma pessoa cruza o limite configurado, é gerado um alerta imediato com o registro do evento.

Detecção de permanência suspeita. A IA identifica pessoas ou veículos que ficam tempo demais em locais sensíveis, como portões, garagens e entradas de serviço, o que pode indicar preparação para uma ação criminosa.

Leitura de placas e reconhecimento facial. Recursos de leitura automática de placas, LPR, e de reconhecimento facial permitem automatizar o controle de acesso, liberar entradas para autorizados e destacar situações que envolvam listas de bloqueio.

Aplicações por cenário

A combinação de VSaaS com IA pode ser aplicada em diversos contextos, mas a forma como o valor aparece no dia a dia muda bastante conforme o tipo de operação. A seguir, alguns exemplos práticos.

Para gestores de empresas e indústrias

Em ambientes corporativos e industriais, o foco tende a ser prevenção de perdas, continuidade operacional e segurança fora do horário comercial.

  1. Proteção de ativos sensíveis. A IA pode monitorar estoques de alto valor, depósitos e áreas de carga, gerando alertas quando há movimentação em horários não autorizados.
  2. Saúde e segurança do trabalho. Algoritmos de visão computacional ajudam a identificar uso incorreto de equipamentos de proteção individual ou presença de pessoas em áreas de risco, o que aumenta a conformidade com normas internas e regulatórias.
  3. Auditoria remota de operações. Diretoria e coordenação podem acompanhar, em um painel unificado, o funcionamento de várias filiais, sem necessidade de deslocamentos constantes, o que reforça o controle de processos.

Para síndicos e condomínios residenciais

Em condomínios, a prioridade costuma ser controle de acesso, redução de conflitos e sensação de segurança para moradores e visitantes.

  1. Redução de falsos alarmes. A análise por IA distingue elementos irrelevantes, como folhas e sombras, de uma tentativa real de invasão, o que evita acionamentos desnecessários da portaria ou de empresas de monitoramento.
  2. Gestão de áreas comuns. Piscinas, salões de festa e espaços de lazer podem ser monitorados para garantir cumprimento de regras de horário e capacidade, com registros claros em caso de necessidade de mediação entre moradores.
  3. Detecção de carona em portões. A solução identifica quando mais de um veículo tenta aproveitar a mesma abertura de portão e gera alerta para a equipe de controle de acesso.

Para varejo e comércio

No varejo, o videomonitoramento inteligente se transforma também em fonte de inteligência de negócios.

  1. Mapas de calor de circulação. Análises de fluxo indicam quais corredores ou áreas da loja concentram mais clientes, o que ajuda a posicionar produtos estratégicos e melhorar a experiência de compra.
  2. Contagem de pessoas. A contagem automática de entradas e saídas permite calcular taxas de conversão, comparar desempenho entre lojas e ajustar escala de funcionários com base em dados concretos.

Comparações e alternativas: DVR local e VSaaS

Muitos gestores avaliam se é melhor manter o sistema atual, baseado em DVR ou NVR, ou partir para um modelo em nuvem. A tabela a seguir resume as diferenças em critérios técnicos e operacionais relevantes.

CritérioDVR ou NVR tradicional, localVSaaS, nuvem
Custo inicial, CAPEXAlto, exige compra de gravadores e discos rígidosMais baixo, o foco está nas câmeras e na assinatura de serviço
Segurança das gravaçõesBaixa, o equipamento pode ser roubado ou danificadoAlta, o armazenamento é remoto e redundante
ManutençãoFrequente, com falha de discos, ventoinhas e fontesReduzida, com atualizações de software feitas pelo provedor
Capacidade de inteligênciaLimitada ao hardware já instaladoEvolutiva, com IA atualizada na nuvem ao longo do tempo
Acesso remotoDepende de configurações avançadas de redeNativo, com acesso seguro por aplicativo ou navegador

Em geral, a migração para VSaaS é indicada quando o objetivo é reduzir dependência de hardware, aumentar a segurança jurídica das imagens e incorporar análise inteligente sem renovar toda a infraestrutura física a cada poucos anos.

A segurança do seu patrimônio não pode depender da sorte ou da capacidade de alguém permanecer atento a dezenas de telas durante todo o turno. Com VSaaS e inteligência artificial, o sistema deixa de ser apenas um gravador de imagens para se tornar um aliado ativo, que reduz falhas humanas, preserva evidências mesmo em situações críticas e gera informação acionável para tomada de decisão.

O Grupo Unifort é especialista em projetos de segurança eletrônica de alta performance, com foco em soluções que realmente protegem, e não apenas registram. Entendemos a diferença entre instalar câmeras e desenhar uma arquitetura completa de videomonitoramento inteligente.

Se você deseja modernizar a segurança da sua empresa ou condomínio, o próximo passo lógico é avaliar um projeto de VSaaS com IA adequado ao seu cenário.
Conheça nossos serviços, explore casos de uso semelhantes ao seu e veja como implementar esse tipo de monitoramento no seu ambiente.

Perguntas frequentes, FAQ

1. O que acontece com a gravação na nuvem se a internet cair?
A maior parte das câmeras profissionais para VSaaS possui entrada para cartão de memória. Durante a falha de conexão, elas gravam localmente. Quando o link volta, sincronizam as imagens com a nuvem, recurso conhecido como armazenamento na borda ou failover.

2. A inteligência artificial consegue identificar rostos à noite?
Sim, desde que a câmera tenha iluminação infravermelha adequada ou tecnologia de visão noturna em cores. A IA trabalha sobre a geometria do rosto, porém precisa de nível mínimo de qualidade de imagem.

3. O VSaaS consome muita internet da empresa?
O consumo está ligado principalmente ao upload. Tecnologias de compressão modernas, como H.265 e soluções otimizadas de fabricantes, reduzem o tamanho dos arquivos sem perda significativa de qualidade, o que melhora o aproveitamento de banda.

4. Posso usar minhas câmeras antigas em um sistema de nuvem?
Em geral, câmeras IP podem ser integradas por protocolos padrão, como ONVIF ou RTSP. Já câmeras analógicas exigem conversores ou gravadores híbridos compatíveis com a nuvem. A viabilidade deve ser avaliada caso a caso.

5. É seguro manter imagens da empresa na nuvem?
Normalmente é mais seguro do que deixar tudo em um gravador físico na portaria. Provedores de nuvem utilizam criptografia, segmentação de acesso e data centers com forte controle físico, o que reduz bastante a exposição a riscos.

6. A IA substitui o porteiro do condomínio?
A IA não substitui, ela amplia a capacidade da equipe. Em modelos de portaria remota ou presencial, o porteiro deixa de vigiar telas o tempo todo e passa a focar nos eventos que realmente importam.

7. O que é cerca virtual em sistemas de vídeo?
É uma linha ou área desenhada digitalmente na imagem. Quando alguém cruza a linha ou entra na zona configurada, o sistema detecta a intrusão e gera alerta, o que é ideal para proteção de muros, portões e áreas restritas.

8. Qual é a diferença entre detecção de movimento e análise de vídeo com IA?
A detecção de movimento convencional reage a qualquer mudança de pixels, como luz, chuva ou folhas. A análise de vídeo com IA classifica o objeto e aciona apenas quando identifica, por exemplo, uma pessoa ou um veículo.

9. O VSaaS é mais caro do que o CFTV comum?
O modelo em nuvem envolve custo mensal, o que caracteriza despesa operacional. Em compensação, tende a exigir menos investimento inicial e menos troca emergencial de equipamentos, o que torna o custo total de propriedade mais previsível e muitas vezes menor no longo prazo.

10. Como a IA ajuda na busca de imagens antigas?
A IA indexa os eventos por características e metadados. Assim, o operador pode filtrar, por exemplo, todas as pessoas que entraram em uma recepção em determinado intervalo de tempo, o que acelera bastante investigações e auditorias.

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Controlador de acesso: tipos e modelos existentes no brasil https://unifortseguranca.com.br/controlador-de-acesso/ https://unifortseguranca.com.br/controlador-de-acesso/#respond Wed, 15 Nov 2023 21:15:18 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=7133 O controle de acesso biométrico é um sistema de segurança cada vez mais utilizado em diversos ambientes, como empresas, escolas e residências. Ele utiliza características físicas únicas de cada indivíduo, como impressões digitais, íris ou reconhecimento facial, para permitir ou negar o acesso a determinados locais ou informações. Neste post, falaremos sobre essa tecnologia de segurança de última geração, quais são os aspectos importantes desse tipo de controle de acesso e os tipos de dispositivos oferecidos no mercado.

O que é controlador de acesso?

Controle de acesso é um conceito que define-se por restringir, autorizar e auditar o acesso de pessoas e materiais a um certo recurso, propriedade ou local. Essa é uma questão de grande importância quando se trata de segurança.

Por “acesso” entenda-se o ato de entrar ou sair de uma dada localidade, utilizar certo equipamento ou bem, ou mesmo, consumir determinado serviço. O equipamento de controle de acesso atribui uma permissão apenas a indivíduos específicos, exigindo sua autenticação para a autorização ser emitida e o acesso, então, liberado.

O controle de acesso às dependências é um ponto crucial no planejamento da segurança de um edifício. Somente é possível garantir a integridade do patrimônio e o bem-estar das pessoas em seu interior, com um monitoramento rigoroso e preciso de tudo o que entra e sai do local.

Além disso, é necessário ter a definição clara de quais indivíduos estão autorizados a acessarem determinadas áreas e quais são os procedimentos para retirada de bens e recebimento de remessas. Dessa forma, o controle pode ser feito com eficiência e com o mínimo de interferência nas outras atividades no interior do edifício.

Como dito anteriormente, as três palavras-chave para um bom sistema de controle de acesso são:

  • restrição;
  • autorização;
  • auditoria.

Um controlador de acesso é um sistema ou dispositivo utilizado para permitir ou negar o acesso a determinados locais ou informações. No contexto do controle de acesso biométrico, o controlador de acesso é responsável por verificar e autenticar a identidade de uma pessoa com base em características físicas únicas, como impressões digitais, íris ou reconhecimento facial. Ele desempenha um papel fundamental na segurança e proteção de locais ou dados, garantindo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso.

Quais são os tipos de Controladores de Acesso?

Os controladores de acesso são dispositivos essenciais para garantir a segurança de um local, permitindo ou negando o acesso de pessoas a determinadas áreas. Existem diferentes tipos de controladores de acesso disponíveis, cada um com suas próprias características e funcionalidades. Veja os três dos principais tipos de controladores de acesso e como eles podem ser usados para proteger diferentes ambientes.

Atualmente, são três os principais métodos de identificação utilizados em equipamentos de controle de acesso. São eles:

  • uso de senhas pessoais: ao ser cadastrado no sistema, cada usuário escolhe e registra uma senha de acesso. Dependendo do equipamento de controle, a senha pode ser apenas numérica, alfanumérica ou um PIN (do inglês Personal Identification Number, o Número Pessoal de Identificação).
  • cartão de proximidade: a identidade de um novo usuário é vinculada a um cartão de proximidade, reconhecido pelo equipamento de controle por radiofrequência. Para obter acesso ao sistema, basta aproximar o cartão do leitor de proximidade do equipamento de controle. O cartão pode também ser customizado para conter informações do proprietário, como um crachá.
  • biometria: solução mais segura e prática, a tecnologia de identificação biométrica autentica o usuário por meio da leitura de impressão digital. Como não existem duas digitais iguais no mundo, esse sistema de identificação é quase impossível de ser fraudado. Ainda, não requer o uso de cartões ou a memorização de senhas, sendo o ideal para ambientes em que usuários cadastrados acessam com pouca frequência os locais restritos.
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Controle de Acesso por Proximidade de cartão

Cartão de acesso: Controle de Acesso por Proximidade

Um dos tipos mais comuns de controladores de acesso é o sistema por cartão. Nesse sistema, os usuários recebem um cartão de acesso que contém informações codificadas. Para entrar em uma área restrita, o usuário deve passar o cartão em um leitor de cartão conectado ao controlador de acesso. O controlador verifica as informações do cartão e decide se deve permitir ou negar o acesso. Esse tipo de controlador de acesso é amplamente utilizado em escritórios, edifícios residenciais e condomínios.

Como o nome sugere, este mecanismo de controle de acesso pressupõe a leitura de um código por RFID, normalmente presente em um cartão ou chaveiro, que é reconhecido quando aproximado da leitora. Os dados são então associados à identificação pessoal do autorizado, que pode ter autorização permanente (funcionário de uma empresa, por exemplo), ou temporária (prestador de serviço em um condomínio, por exemplo).

Ao contrário de sistemas mais antigos, não é necessário “passar o cartão” em uma leitora, mas apenas aproximá-lo. Os equipamentos desta categoria são capazes de gerenciar o acesso dos usuários através de diferentes regras customizáveis.

Onde utilizar o controle de acesso por proximidade?

Condomínios e loteamentos fechados têm aderido em peso a esse recurso, considerado muito seguro. É possível fornecer o número de cartões correspondente às vagas de estacionamento a que cada morador tem direito, por exemplo. Em empresas e órgãos públicos, o cartão de proximidade já é uma realidade na entrada e na saída de consumidores e cidadãos: recepções, portarias, estoques e salas de entrada são os ambientes mais comuns.

Qual o melhor controlador de acesso por proximidade?

Ao cotar controladores de acesso por proximidade para seu estabelecimento/edifício, leve em consideração:

  • Preço – O custo/benefício associado a funcionalidades e baixa necessidade de manutenção;
  • Integração – Possiblidade de operação com outros dispositivos e sistemas;
  • Multifuncionalidade – Possibilidade de identificação simultânea com outros métodos;
  • Performance – Rapidez no processamento dos dados que evita filas e transtornos;

Controle de Acesso Biométrico

Os controladores de acesso biométricos são uma opção mais avançada e segura. Nesse sistema, o acesso é concedido com base em características físicas únicas de cada indivíduo, como impressões digitais, reconhecimento facial ou até mesmo a íris dos olhos. Os controladores de acesso biométricos oferecem um nível mais alto de segurança, pois é praticamente impossível falsificar ou replicar as características biométricas de uma pessoa.

Eles são amplamente utilizados em locais onde a segurança é de extrema importância, como laboratórios, data centers e áreas de alta segurança.Os controladores de acesso biométricos também são mais convenientes para os usuários, pois não requerem o uso de cartões ou senhas.

As características biométricas são únicas para cada indivíduo e, portanto, não podem ser perdidas ou esquecidas. Isso elimina a necessidade de substituição de cartões ou redefinição de senhas, tornando o processo de acesso mais eficiente.

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iDFlex Controle de Acesso Biométrico, por Proximidade e Senha
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Controlador de Acesso por senha

Controle de Acesso por Senha

Os controladores de acesso baseados em senhas são uma opção mais simples e econômica. Nesse sistema, os usuários devem inserir uma senha ou código no controlador de acesso para ganhar acesso a uma área restrita. Embora não sejam tão seguros quanto os controladores biométricos, eles ainda oferecem um nível básico de proteção.

Trata-se de um pequeno dispositivo que armazena em sistemas embarcados ou software independente uma quantidade expressiva de dados, liberando os usuários em seções específicas de um edifício, por exemplo. Usuários qualificados como administradores têm autonomia para registrar as senhas dos demais. É o caso de porteiros, recepcionistas e gerentes de segurança.

Os controladores de acesso baseados em senhas são comumente encontrados em residências, pequenas empresas e locais onde o acesso não precisa ser tão rigorosamente controlado. No entanto, é importante garantir que as senhas sejam fortes e exclusivas, para evitar a possibilidade de acesso não autorizado.

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Controlador de acesso: tipos e modelos existentes no brasil 1

Controle de Acesso por Reconhecimento Facial

O controle de acesso por reconhecimento facial é uma tecnologia inovadora que está revolucionando a forma como garantimos a segurança de ambientes restritos. O controle de acesso por reconhecimento facial é um sistema que utiliza algoritmos avançados e inteligência artificial para identificar e autenticar indivíduos com base em suas características faciais únicas. Essas características podem incluir a forma do rosto, a posição dos olhos, nariz e boca, entre outros detalhes. Com o uso de câmeras de alta resolução e sensores infravermelhos, o sistema captura a imagem do rosto do usuário e compara com um banco de dados de faces autorizadas, permitindo ou negando o acesso de forma rápida e precisa.

O controle de acesso por reconhecimento facial tem uma ampla gama de aplicações em diferentes setores. Na área de segurança, por exemplo, essa tecnologia é amplamente utilizada em aeroportos, empresas de segurança e instalações governamentais para controlar o acesso a áreas restritas. Além disso, o controle de acesso por reconhecimento facial também pode ser implementado em empresas e edifícios residenciais, garantindo a segurança de funcionários, moradores e visitantes.

Além da segurança, essa tecnologia também está sendo utilizada em outras áreas, como marketing e varejo. Por exemplo, algumas empresas utilizam o controle de acesso por reconhecimento facial para identificar clientes em lojas físicas e oferecer experiências personalizadas, como recomendações de produtos ou promoções exclusivas. Isso permite que as empresas ofereçam um atendimento mais personalizado e melhorem a experiência do cliente.

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Controle de Acesso UHF

Esse equipamento com proteção IP65 é ideal para monitorar e controlar o acesso de veículos em condomínios corporativos e residenciais.Com um leitor UHF integrado de alcance de até 15 metros de distância, o iDUHF opera como um aparelho independente que proporciona tanto a leitura e autenticação das tags veiculares, quanto o controle da placa de acionamento de motor externa.

Leituras de Placas – LPR – Reconhecimento de placas de veículos

O LPR (do inglês “License Plate Recognition”, Reconhecimento de Placas de Veículos LPR – Reconhecimento de placas de veículos) é um recurso que permite a identificação de uma placa de veículo no momento da sua entrada. A identificação é efetuada através da leitura realizada por uma câmera. Pode-se configurar para que apenas seja necessário o reconhecimento da placa para a validação, ou o sistema faça uma dupla verificação, validando o veículo e mais um tipo de autenticação como, leitura facial, tag, cartão, senha etc.

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Controlador de acesso: tipos e modelos existentes no brasil 2

Sistema tag controle de acesso veicular

O sistema tag controle de acesso veicular vem superando as expectativas na área da segurança eletrônica.

Podemos dizer que com a utilização do sistema tag controle de acesso veicular é impossível de clonagem, pois, só existe um único chip no mundo com aquela numeração que vem de fabrica.

Condomínios residenciais, comerciais, clubes, indústrias, órgãos públicos, universidades vem se beneficiando deste sistema tag controle de acesso veicular .

Para o sistema tag controle de acesso veicular  na maioria das vezes  é utilizada uma etiqueta adesiva destrutível colada no para brisa do veiculo, com um chip e uma pequena antena ligada a ele (chamado de tag passivo) que por ser RFID realiza a comunicação com uma antena UHF através de uma baixa frequência  e o leitor da antena realiza a interface com o banco de dados através de uma rede ethernet. Este sistema gerencia um banco de dados que vincula cada tag a um veiculo e com isso podemos restringir ou liberar o acesso do veiculo alem da possibilidade de se emitir relatórios.

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Sistema tag controle de acesso veicular
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Controlador de acesso: tipos e modelos existentes no brasil 3

Sistema de Controle de Acesso – Catracas, Totens e Torniquetes Eletrônicos

Além dos tipos mencionados acima, também existem sistemas de controle de acesso que utilizam catracas, totens e torniquetes eletrônicos. Esses dispositivos são amplamente utilizados em locais onde é necessário controlar o fluxo de pessoas de forma eficiente e segura.

Catracas: As catracas são dispositivos com barreiras giratórias que permitem a passagem de uma pessoa por vez. Elas são frequentemente usadas em locais com alto tráfego de pessoas, como estações de metrô, aeroportos e prédios comerciais. Para ter acesso, o usuário deve apresentar um cartão de acesso válido ou outro meio de identificação autorizado.

Totens: Os totens são dispositivos autônomos que podem ser instalados em entradas ou saídas de um local. Eles geralmente possuem uma tela sensível ao toque e permitem que os usuários realizem uma autenticação, como digitar um código ou escanear um código QR, para obter acesso. Os totens também podem fornecer informações adicionais, como direções ou avisos importantes.

Torniquetes Eletrônicos: Os torniquetes eletrônicos são dispositivos que consistem em braços giratórios ou barreiras retráteis. Eles permitem que apenas uma pessoa passe de cada vez e são comumente usados em locais onde é necessário um controle de acesso mais rígido, como estações de metrô, estádios ou prédios governamentais. Os torniquetes eletrônicos podem ser acionados por meio de um cartão de acesso, reconhecimento facial ou outro método de autenticação.

Esses sistemas de controle de acesso oferecem uma combinação de segurança e eficiência, permitindo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso às áreas restritas. Eles podem ser integrados a um sistema de gerenciamento de acesso para registrar informações sobre os usuários e controlar o fluxo de pessoas com precisão.

O Grupo Unifort disponibiliza múltiplas soluções de sistemas automatizados, equipados com as mais recentes novidades tecnológicas. Suas diversas soluções para controle de acesso se adéquam às necessidades de empresas e organizações de todos os portes, incluindo o uso residencial.

Os controladores de acesso desempenham um papel crucial na segurança e proteção de locais e informações. Ele utiliza características físicas únicas de cada indivíduo para autenticar sua identidade e permitir o acesso apenas às pessoas autorizadas. Com avanços contínuos na tecnologia biométrica, o controle de acesso está se tornando cada vez mais preciso e confiável, contribuindo para a segurança em diversos ambientes.

Control iD, Nice, Hikvision, Intelbras, Dahua e Bosh são os fornecedores do Grupo Unifort, assim podemos oferecer uma linha completa de controladores de acesso para todos os tipos de clientes, sendo capazes de identificar com precisão os usuários e liberar a entrada de forma segura de acordo com as regras de acesso configuradas. São diversos modelos pensados para cada uso específico, sempre com o design diferenciado e as tecnologias mais avançadas.

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iDAccess Nano iDFlex Controle de Acesso Biométrico, por Proximidade e Senha
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iDFlex Controle de Acesso Biométrico, por Proximidade e Senha
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Controle de Acesso iDFit – embutido em caixa

Por que utilizar um sistema de controle de acesso?

Um sistema de controle de acesso é primordial para garantir a segurança das pessoas e dos bens patrimoniais presentes em determinados locais. Composto pelos equipamentos (como catracas, fechaduras biométricas e leitores de cartões e crachás) e pelo software de gerenciamento, facilita o monitoramento das entradas e saídas de um estabelecimento, além de conceder autorizações com base em permissões previamente cadastradas.

No competitivo mundo corporativo, seja para grandes, médias ou pequenas empresas, garantir a integridade do patrimônio e das informações é importantíssimo. Afinal, o comprometimento parcial ou integral de um deles pode causar um enorme prejuízo financeiro e significar o fim de suas atividades.

Por outro lado, a automatização da segurança reduz a probabilidade de falhas humanas e de ações fraudulentas, especialmente de engenharia social ou contando com a participação de funcionários mal-intencionados.

O sistema de controle é responsável, também, por garantir o armazenamento, a organização e a integridade das informações de acessos. Dessa forma, permite saber quem entrou em dado ambiente ou acessou um serviço e em quais horários. Assim, auxilia no levantamento de causas e na investigação de responsáveis no caso de uma violação da segurança.

Por fim, o investimento em um sistema de controle de acesso digital traz economia para empresas e organizações. Isso porque os recursos que seriam destinados para a formação e a manutenção de equipes de monitoramento podem ser direcionados para outros setores, liberando capital de giro, sem que a segurança seja comprometida.

Instacao de cameras de seguranca
Fechaduras Biometricas – Entradas e saídas apenas para usuários cadastrados

Os dispositivos de controle de acesso eletrônicos desempenham um papel crucial na segurança de ambientes restritos. Com seu funcionamento baseado na combinação de leitores de cartão, fechaduras elétricas, controladores de acesso e software de gerenciamento, esses dispositivos oferecem um alto nível de segurança, controle e flexibilidade.

Ao escolher um dispositivo de controle de acesso eletrônico, é importante considerar as necessidades específicas de segurança do ambiente e escolher o tipo de dispositivo mais adequado, seja por cartão, biométrico, baseado em senhas, reconhecimento facial ou reconhecimento de voz. Com a escolha correta, é possível garantir a proteção eficaz de áreas restritas e manter a segurança contínua.

Gostou desse sistema? O Grupo Unifort disponibiliza múltiplas soluções de sistemas automatizados, equipados com as mais recentes novidades tecnológicas. Suas diversas soluções para controle de acesso se adéquam às necessidades de empresas e organizações de todos os portes, incluindo o uso residencial.

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Saiba como funciona o controle de acesso via QR Code https://unifortseguranca.com.br/saiba-como-funciona-o-controle-de-acesso-via-qr-code/ https://unifortseguranca.com.br/saiba-como-funciona-o-controle-de-acesso-via-qr-code/#respond Sat, 08 Jul 2023 15:10:25 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=6925 O QR Code pode, aos poucos, substituir o código de barras tradicional. Ele foi criado em 1994 por uma empresa japonesa chamada DensoWave, com o intuito inicial de realizar a catalogação de peças de carro da indústria automobilística, mas devido às suas vantagens e possibilidades, seu uso foi estendido para as mais variadas aplicações.

A tecnologia vem trazendo muitas inovações para a área de segurança condominial. O controle de acesso via QR Code é um dos recursos que os condomínios mais modernos estão adotando para garantir a proteção dos moradores e de seus bens.

A partir do fato onde é constado que a entrada do condomínio é o local de maior vulnerabilidade em relação à segurança. É por meio da porta da frente que 90% das invasões a condomínios acontecem. Isso fez com que fosse necessário criar mais recursos que reforcem a segurança no controle de acesso. Então nos últimos anos essa tecnologia tem sido adotada por empresas, condomínios, entres outros, para ajudar e melhorar o controle de acesso de ambientes que possuem entrada e saída monitorada.

Isso já é algo normal para quem mora em condomínios, pois é muito utilizado para informar os dados de visitantes e hóspedes na hora de autorizar a entrada dentro da dependência do prédio. Isso foi muito aceitado pelos administradores de condomínios por eliminar a função do proprietário do imóvel em se deslocar à portaria para fazer esta liberação ou mandar os dados previamente para a administradora do condomínio.

Igualmente em empresas que tem adotado o Controle de Acesso por QR Code para monitorar o acesso aos seus arquivos, contagem de número de usuários que acessam os seus aplicativos e sites, por exemplo.

Essa opção de acesso oferece uma opção inovadora aos clientes para interagirem com as empresas, de modo que as marcas mais modernas estão mais enquadradas tecnológico e se tornam mais atraentes aos olhos do consumidor.

No caso do controle de acesso via QR Code, o acesso de um desconhecido devido a chaves roubadas, por exemplo, deixa de existir. Isso porque a tecnologia gera códigos personalizados para cada morador por meio de um aplicativo exclusivo. Portanto, a solução dificulta o acesso de estranhos ao prédio.

Continue a leitura desse artigo para saber mais como esse recurso funciona e como ele pode servir para garantir a segurança no seu condomínio.

Na segurança, na personalização de serviços, nos mecanismos de identificação e nas relações comerciais, o QR Code começa a ganhar protagonismo. Com cada vez mais frequência, os códigos bidimensionais ganharão de vez as telas de nossos celulares e tablets. 

Como funciona o controle de acesso via QR Code?

O QR Code vem sendo utilizado para inúmeras funções. Ele se tornou popular com as lives no início da pandemia, possibilitando que o público fizesse doações, tendo acesso às informações de como participar apenas ao apontar a câmera do celular para a tela da TV. 

A mesma tecnologia é aplicada ao controle de acesso a condomínios, substituindo as chaves e trazendo praticidade para a entrada e a saída de moradores, visitantes e funcionários.

Quem pode utilizar livremente do QR code para entrar e sair dos ambientes cadastrados?

Para moradores e funcionários, o QR CODE é cadastrado previamente pela empresa que administra a segurança do condomínio, que irá enviar um QR Code para o celular do visitante por email, SMS ou WhatsApp. Neste código estão contidas as informações da visita: data e hora previstas, período de estadia, dados do veículo, etc. Passo a passo:

  1. Um QR code de acesso é gerado por meio de um aplicativo exclusivo;
  2. Toda vez que o morador precisa entrar ou sair do condomínio, ele entra no aplicativo e gera um QR Code;
  3. Então, basta aproximar o celular com o código do leitor e o portão abre automaticamente.

E para visitantes, prestadores de serviços e demais pessoas como funciona?

Ao chegar no local, o visitante exibe o QR Code em um leitor instalado na portaria, porta, cancela ou catraca, que reconhece o código e libera a entrada.

Caso o visitante chegue em dias e horários não combinados, a entrada não é liberada, garantindo assim a segurança do procedimento.

Para o acesso de visitantes e prestadores de serviço, também é possível que o morador gere um QR Code temporário pelo aplicativo e envie por WhatsApp ou SMS. Nesse código estão as informações da visita, como data e hora, período em que permanecerá no condomínio e dados do veículo.

Ao chegar, a pessoa apresenta o código ao totem instalado na entrada principal ou nos blocos do condomínio e o acesso é liberado. Isso agiliza a entrada e melhora a eficiência do controle. Caso o visitante chegue em um dia ou horário diferente do que esteja registrado no código, a entrada não é liberada, garantindo a segurança do procedimento.

acesso por qr code
Saiba como funciona o controle de acesso via QR Code 4

Como funciona para empresas e funcionários?

No mundo corporativo, o QR Code pode funcionar como um cartão de identificação do colaborador. Ao chegar para o trabalho, o funcionário exibe o código e a entrada é liberada. De quebra, o “ponto” também é registrado, marcando os horários de entrada e saída.

O uso do QR Code em serviços é ainda mais comum. Bilhetes do transporte coletivo, em algumas cidades, são emitidos com esta tecnologia em totens e outros terminais de autoatendimento. Ao passar pela catraca, basta exibir o código que a entrada é liberada.

Este tipo de sinal bidimensional também é adotado para compras, eliminando o uso de dinheiro em espécie e até de cartões. 

O varejista expõe o QR Code de cada produto (que pode ser fixo ou variável – no caso de itens a granel, por exemplo), e o comprador faz a leitura e já paga no serviço de pagamento que melhor lhe convém.

Não por menos, mais de 80% dos vendedores entrevistados em pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) e da AGP Pesquisas afirmaram, no fim do ano passado, que tinham interesse em adotar a tecnologia para aprimorar seus sistemas de venda.

Também é possível incluir um prestador de serviço frequente, como uma diarista ou jardineiro, por exemplo, em acessos permanentes. Assim, evita o trabalho de ter que informar os dados à portaria sempre que precisar liberar a entrada deles no condomínio. Prático, né?

Vantagens do acesso por QR Code

A liberação de acesso via QR Code oferece diversos benefícios para quem adere à tecnologia e também às instituições a utilizam: Conheça algumas:

  • Liberação do acesso em ambientes monitorados feito de maneira rápida e eficiente por meio de dispositivos móveis – o usuário não precisa mais carregar um cartão de acesso físico;
  • O dispositivo de acesso é acionado pelo QR Code – extingue a necessidade de utilizar senha ou biometria;
  • Alto nível de segurança nas autorizações – confirmação da liberação feita por foto. Além disso, o código intransferível, impossível de ser falsificado e só funciona num período de validade;
  • Sem contato físico com superfícies contaminadas – o usuário não precisa se aproximar do dispositivo para fazer a liberação, assim, evita-se contato físico e possíveis contaminações.

Como o controle de acesso via QR Code pode ser otimizado?

Além de ter um sistema de controle de acesso via QR Code, para que a segurança do condomínio seja ampliada, outros recursos fazem a diferença.

O serviço de portaria remota, é uma forma para gerenciar de forma simplificada a entrada de pessoas autorizadas ou até mesmo bloqueie os não autorizados nos diferentes ambientes do condomínio e garanta a segurança de todos através dos dispositivos de leitura facial, biometria, tag de segurança e APP Unifort Condomínio e contempla diversos recursos como os citados.

Com esse modelo de portaria, os profissionais não ficam alocados no condomínio e sim em uma base de atendimento. Por isso, há menos riscos para os porteiros, que são geralmente usados como reféns nas invasões a condomínios.

Tendo o apoio de câmeras de segurança e outros recursos tecnológicos, os operadores da base podem realizar o trabalho em tempo real, sem comprometer a qualidade do serviço para o dia a dia dos moradores.

Além de ser um formato mais seguro, o condomínio ainda pode otimizar as despesas em até 50% em relação à portaria física convencional. Isso porque cada condomínio tem um projeto exclusivo, em que a contratação dos profissionais, instalação de equipamentos e treinamentos fica sob responsabilidade da empresa de portaria remota. 

Por meio de tecnologia de ponta, garantimos melhor e mais eficiente desempenho no atendimento ao controle e gerenciamento de acesso às portarias.

Todas as entradas, saídas, entregas, correspondências e entre outros, são controlados e monitorados 24 horas por dia, durante sete dias da semana, por profissionais que atuam diretamente de uma central de monitoramento à distância.

Em Mato Grosso, o Grupo Unifort é referência e especialista em segurança privada, e dispõe da mais sofisticada Central de Controle Operacional (CCO) para gerenciamento da Portaria Remota.

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Saiba como funciona o controle de acesso via QR Code 5
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Acesso portaria remota, como funciona e quais os benefícios https://unifortseguranca.com.br/acesso-portaria-remota-como-funciona/ https://unifortseguranca.com.br/acesso-portaria-remota-como-funciona/#respond Thu, 15 Jun 2023 17:53:29 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=6886 Com a crescente preocupação com a segurança em condomínios, muitos síndicos têm buscado alternativas que possam garantir maior proteção aos moradores. Uma dessas alternativas é a portaria remota, um sistema de segurança que elimina a presença física de um porteiro no condomínio (ou melhora sua atividade) e em seu lugar instala um sistema de monitoramento eletrônico.

Entenda como funciona este tipo de tecnologia, suas vantagens e os principais passos para sua implementação. Acompanhe!

Acesso portaria remota como funciona? 

Basicamente, é um serviço que permite que a entrada do condomínio seja controlada de forma remota, sem a necessidade de um porteiro presente fisicamente no local. Quando um visitante ou um morador que está sem a chave do seu apartamento chega à entrada do condomínio, ele se identifica em um aparelho de interfone com câmera integrada. A partir daí, ele é atendido por:

  • Um profissional que fica em uma central de monitoramento remota, que poderá autorizar ou negar o acesso à entrada.
  • O morador que autoriza ou não o acesso à entrada. 

Se houver confirmação, o operador da central libera o acesso e acompanha essa pessoa com o apoio das imagens das câmeras. No caso de um entregador, se ele passar mais tempo ali do que o necessário, a operação aciona a vigilância para conferir a situação.

Além disso, o sistema registra todos os dados de quem chega: hora e data de entrada, saída, tempo de permanência, quem recebeu, quem liberou a entrada etc. Esse histórico permite uma maior organização, segurança e pode servir para auditorias.

Esse controle e a segurança são feitos 24 horas com o auxílio de plataformas completas e integradas de videomonitoramento e outros equipamentos. Nesse sentido, uma das principais vantagens é a otimização da atenção e a redução de falhas.

Os moradores podem ter acesso ao condomínio por diferentes meios de acesso, como controle, tags, biometria e até QR Codes.

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Acesso portaria remota, como funciona e quais os benefícios 6

Quais os benefícios da portaria remota? Por que investir em portaria remota é uma tendência?

O maior benefício está na possibilidade de monitorar a portaria, como entradas e saídas, correspondência, acesso de prestadores de serviços 24 horas por dias, sete dias por semana. Tudo pode ser feito por profissionais em uma central de monitoramento à distância.  A verdade é que em diversos casos em que ocorreram furtos, roubos e outros acontecimentos envolvendo portaria, é constatado que a falha é humana. E neste tipo de portaria nada passa despercebido pelo sistema e, no caso de algum problema detectado, como a entrada de uma pessoa não autorizada, é possível investigar o que aconteceu de forma rápida e com o auxílio de dados digitalizados. Tudo isso facilita a gestão condominial.

Além disso, é possível ressaltar os seguintes benefícios:

Redução das falhas humanas:

Redução de atitudes por parte dos profissionais de portaria como desatenção, abandono de posto, dormir no horário de trabalho, divulgação de informações sobre falhas na segurança do local para associação criminosa, entre outras.

Redução de custos: economia que pode chegar até 50%

A portaria remota é um sistema eletrônico que tem se mostrado altamente eficiente e traz diversos benefícios que veremos a seguir. Uma das maiores vantagens da portaria remota é a redução de custos. Ao não ter a necessidade de contratar um porteiro presente fisicamente no local, o condomínio economiza com salários, encargos trabalhistas, entre outros.

Operação 24 horas:

A portaria remota tem funcionamento 7 dias da semana e 24 horas por dia, controlando os acessos e recebimentos de entregas.

Segurança:

A portaria remota garante um controle mais rígido de entrada e saída do condomínio. Os visitantes são obrigados a se identificarem, e só poderão adentrar com a autorização de um profissional que fica na central de monitoramento remota. Dessa forma, minimiza a possibilidade de invasões, furtos e outros incidentes.

Comodidade e praticidade de acesso e gerenciamento do condomínio

Com a portaria remota, os moradores não precisam mais se preocupar em esperar o porteiro para iniciar sua saída. Basta fazer um simples contato por interfone e seguir o seu caminho.A partir do uso desta tecnologia, tanto a empresa de segurança como o síndico tem acesso a relatórios com registro detalhado das informações de circulação de pessoas no condomínio, incluindo: número visitantes, horário de chegada e saída, quantidade de manutenções no condomínio, tempo para liberação dos visitantes, entres outras informações relevantes para a gestão condominial. Nesse sentido, é de fundamental importância que a empresa escolhida para fornecer a portaria remota inclua no pacote a manutenção preventiva da tecnologia.

Conveniência aos condôminos e valorização do imóvel

Por meio da solução, o morador é contatado sobre a chegada de um visitante ou prestador de serviço, mesmo se não estiver em casa. O contato é feito via celular ou interfone e as ligações e vídeos são gravadas remotamente, permitindo registro de todos os acessos. É disponibilizado ao condomínio um conjunto de instrumentos de segurança, entre eles porteiros eletrônicos, câmeras, telefones e softwares para a realização do controle de acesso de moradores, visitantes, prestadores e entregas. Todas essas inovações garantem a valorização do imóvel a longo prazo.

Adaptação às novas tecnologias:

Com a portaria remota, o condomínio demonstra preocupação com a segurança e com a modernização das suas instalações, o que pode valorizar o imóvel e agradar aos moradores.

Além disso, é possível agregar a outros métodos, recursos de segurança ou práticas para aumentar a segurança. 

Controle mais rigoroso:

A portaria remota permite um controle muito mais rigoroso sobre a entrada e saída de pessoas do condomínio. Isso se dá de forma automatizada, o que pode aumentar a eficiência e a rapidez das operações.

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BASE DE MONITORAMENTO COM TECNOLOGIA DE ÚLTIMA GERAÇÃO

Quais equipamentos necessários para o funcionamento da portaria Remota?

Antes de tudo, é preciso lembrar que os serviços de portaria remota podem depender de alguns recursos. Mas isso não é problema porque são tecnologias cada vez mais acessíveis para condomínios residenciais e comerciais.

Os equipamentos necessários para o funcionamento de uma portaria remota variam muito de local para local. Em seguida, listamos alguns equipamentos que fazem a diferença na segurança de ambientes com portaria remota:

Videomonitoramento

As câmeras são grandes aliadas quando o assunto é portaria remota porque um sistema de videomonitoramento garante a transmissão de imagens para a central responsável pelo controle de acesso.

Alguns modelos também têm áudio, visão noturna e são facilmente conectados à internet. Câmeras IP (digitais) e softwares inteligentes podem ser usados para que o sistema identifique situações suspeitas de forma automática.

Sistemas eletrônicos de controle de acesso

O uso de tag, cartão de identificação, impressão digital, QR Code e aplicativos para liberar o acesso é muito comum em lugares com portaria remota. No caso de um condomínio, por exemplo, a entrada de moradores pode ser feita a partir da identificação em um desses dispositivos.

Em um contexto de pandemia, esses aparelhos para controle de acesso são capazes de, até mesmo, detectar se a pessoa está de máscara ou com a temperatura corporal elevada. Se esses problemas forem identificados, a pessoa pode ficar do lado de fora.

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Chave digital de Acesso a visitantes

Abertura e fechamento remotos

Este tipo de recurso permite que o operador da central possa abrir ou fechar portões e cancelas. O que permite o controle de acesso de pessoas e veículos de forma remota, ou seja, à distância.

Gerador ou sistema de nobreak

Também é um recurso de segurança. No caso de queda de energia, é importante ter uma outra fonte para manter os recursos básicos como portões, câmeras e outros equipamentos operando de forma contínua.

Backup das imagens

O armazenamento de imagens e dados do dia a dia da portaria é de grande importância para acompanhamento de tudo que acontece no local. O que, também, facilita o compartilhamento fácil deste material quando necessário.

VoIP

VoIP, do inglês Voice over Internet Protocol, é uma chamada telefônica pela internet. E a integração com essa tecnologia conecta os interfones do condomínio à central de monitoramento e a central aos interfones dos condôminos.

Isso permite a realização do trabalho de portaria remota sem a necessidade de chamadas para telefones externos. Softwares como o Situator, voltado para controle de acesso e gestão de eventos de segurança, permitem que o VoIP seja usado no atendimento automático.

Ou seja, o operador não precisa selecionar e clicar em nenhum local do sistema para fazer a chamada porque começa automaticamente.

Qual o passo a passo para implementar a portaria remota em um condomínio?

Primeiro é necessário contratar uma empresa especializada e com experiência de mercado nesse serviço. Então a empresa fará a instalação de equipamentos, como câmeras, interfone, sistema de controle de acesso, entre outros. 

Também é necessário preparar toda a estrutura do condomínio para o novo sistema, o que requer um estudo da organização do espaço e, principalmente, a adaptação dos moradores para a nova forma de controle de acesso.

Antes de implementar a portaria remota, o síndico deve consultar a convenção do condomínio e os moradores para que eles entendam a mudança e consigam se adequar à nova forma de acesso. Alguns moradores podem se sentir inseguros com a mudança, por isso é importante uma negociação prévia e o esclarecimento de todas as dúvidas.

Dúvidas frequentes

Agora que já conhece o sistema e como é feita sua implementação, vamos às dúvidas frequentes sobre o tema:

Onde fica o porteiro na portaria remota?

Você não pergunta “onde fica o porteiro do condomínio?”, mas sim “qual é o procedimento de entrada e saída em um condomínio com portaria remota?”. Visitantes precisam se identificar por meio do interfone ou central multimídia e o acesso é liberado por meio de uma central de monitoramento remota. 

Essa central é equipada com recursos de segurança eletrônica e conta com dezenas de operadores para realizar o atendimento com eficiência e agilidade. Para garantir a segurança, a central geralmente é alocada em outro ponto da cidade, em um endereço mantido em sigilo. 

Nos do Grupo Unifort temos uma central de monitoramento que funciona 24horas por dia, pronta para assumir o atendimento em caso de emergências que afetem o condomínio.

Como entrar com veículo na portaria remota?

Moradores devem adquirir uma tag junto a administração do condomínio para reconhecimento do portão eletrônico que irá abrir quando o veículo estiver próximo. Visitantes devem seguir o procedimento definido pela empresa que monitora a portaria. Geralmente basta se identificar para liberação do acesso, assim como qualquer outro visitante. 

É possível acelerar a entrada de visitantes?

Sim, visitantes cadastrados podem ter acesso facilitado. Esse cadastro pode ser feito presencialmente ou por outros meios, como aviso do morador com as informações do visitante, WhatsApp ou telefone. 

Quem recebe as correspondências?

Ou o próprio morador recebe as correspondências ou o condomínio determina uma forma, geralmente um armário ou caixa de correio convencional. Para as encomendas que exigem a assinatura, o morador terá que permitir o acesso do entregar e receber os pacotes. 

Portaria remota é segura?

Sim, a portaria remota é tão segura ou até mais do que uma portaria convencional. Há um controle mais rigoroso de entrada e saída, monitoramento 24 horas por dia, comodidade e praticidade, adaptação às novas tecnologias, entre outros.

Além disso, a central de monitoramento remota é equipada com recursos de segurança eletrônica e conta com dezenas de operadores para realizar o atendimento com eficiência e agilidade. 

Obviamente, nenhum sistema é totalmente isento de falhas, mas é possível minimizar as possibilidades de incidentes por meio de protocolos profissionais e ajuda da tecnologia. É importante destacar que a portaria remota não substitui completamente os profissionais de segurança, e sim, se soma a eles para garantir um ambiente mais seguro.

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Acesso portaria remota, como funciona e quais os benefícios 7

Em Cuiabá, Mato Grosso, o Grupo Unifort é pioneiro no serviço de Portaria remota, e dispõe da mais sofisticada Central de Controle Operacional (CCO) para gerenciamento da Portaria Remota.

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Portaria Virtual para condomínio: 5 benefícios dessa tecnologia https://unifortseguranca.com.br/portaria-virtual-para-condominios/ https://unifortseguranca.com.br/portaria-virtual-para-condominios/#respond Fri, 12 May 2023 20:18:52 +0000 https://unifortseguranca.com.br/?p=6361

Conheça a tecnologia inteligente e moderna para condomínios. Veja as vantagens em relação às portarias convencionais.

Tendência no mercado de segurança nos últimos 5 anos, os portões virtuais para condomínios são hoje uma das principais alternativas para coibir a criminalidade. Essa solução também é conhecida como portaria remota. Categorizado como genial por usar a tecnologia a seu favor.

Uma solução de portaria virtual para condomínios permite que todos os controles de acesso de moradores, visitantes e funcionários sejam feitos remotamente. Ou seja, nesse modelo de portaria os porteiros não ficam distribuídos pelo condomínio, arriscando servir de reféns durante um assalto.

Em outras palavras, os especialistas estão seguros em um centro de monitoramento externo. Isso as leva a monitorar todas as entradas e saídas do prédio residencial por meio de câmeras de segurança e outros recursos tecnológicos.

Este tipo de solução tem muitas vantagens sobre as entradas físicas tradicionais. Neste artigo, listarei os principais para que você saiba por onde começar na hora de procurar serviços de portaria inteligente para seu condomínio. OK, vamos lá? Continue lendo e descubra como a portaria remota pode beneficiar a sua segurança.

O que é uma portaria virtual?

A portaria virtual (ou portaria remota) é uma tecnologia disponível no mercado que busca substituir as funções de um porteiro, como o controle de acesso de moradores, cadastro e liberação de visitantes e prestadores de serviços monitoramento de câmeras e alarme, atendimento de ramais, entre outros. Ela transforma a vida dentro dos condomínios ao substituir os porteiros por um sistema integrado totalmente seguro e que permite a entrada dos moradores.

Essa solução torna possível o monitoramento à distância de quem entra e sai do condomínio, dos visitantes e é acompanhada em tempo real por um profissional especializado.

A portaria remota existe há alguns anos nos condomínios brasileiros e se tornou parte consistente do processo de modernização desse tipo de moradia.

Portaria virtual como funciona?

Com o avanço da tecnologia, tornou-se possível modernizar e automatizar diversos processos e equipamentos, aumentando nosso conforto das pessoas que moram em condomínios fechados.

Como resultado, uma das áreas que mais se beneficiou com o desenvolvimento de dispositivos embarcados modernos foi a segurança. Desta forma, hoje em dia, é possível obter um resultado mais eficaz do que os métodos aplicados no passado.

As portarias virtuais são bons exemplos desses mecanismos que aproveitam os progressos da tecnologia para aumentar a segurança. Portanto, é um sistema operado remotamente em conjunto com uma central de atendimento para controlar o acesso e a segurança de um determinado apartamento ou casa. Nesse artigo, vamos entender quais seus benefícios, como funciona a portaria inteligente e sua instalação, além de como, escolher a melhor empresa para realizar o serviço.

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5 benefícios da portaria virtual para condomínio

1. Mais segurança para o condomínio

Contar com soluções que garantam segurança é indispensável, principalmente considerando que 90% das invasões em condomínios residenciais ocorrem pela porta da frente.

Sendo assim, a portaria inteligente para condomínio é um recurso com muitos benefícios, já que reduz o risco de ações criminosas. E como os porteiros atuam a distância, em uma base de atendimento remota, isso dificulta as estratégias de invasões.

Além disso, para implementar a portaria virtual para condomínio, é necessário fazer adequações na estrutura, instalando mais câmeras de segurança do que o habitual (em casos que já contam com portaria convencional).

Esse fator também contribui para uma maior sensação de proteção dos moradores, uma vez que as câmeras ajudam a inibir criminosos.

2. Garantia de cumprimento de regras

Uma solução de portaria virtual para condomínio é que ele garante um controle de acesso rigoroso. Por exemplo, há procedimentos e protocolos que o porteiro físico não consegue cumprir. Muitas vezes isso acontece pela afinidade que ele tem com os moradores, já que ele faz parte do dia a dia do condomínio e a interação é inevitável.

Então, esses protocolos de controle de portaria estipulados pelo condomínio são facilmente cumpridos com um sistema de portaria remota.

Esse tipo de solução evita comportamentos de “camaradagem” entre porteiros e moradores, não exigindo os mesmos procedimentos a todos e, consequentemente, colocando o condomínio em risco.

3. Demandas condominiais com gerenciador de planilhas e relatórios

Com uma solução de portaria inteligente para condomínio, o síndico tem mais tranquilidade para lidar com outras questões importantes da gestão condominial. Isso porque o sistema elimina os problemas de segurança e as falhas, como esquecer um portão aberto.

O sistema de portaria virtual do Grupo Unifort, por exemplo, registra essas informações, seja de portas que não foram fechadas ou de portas que não estão abrindo quando deveriam abrir.

Logo, se um morador acionar o comando de abertura de porta e ela não for aberta em determinado tempo, o sistema gera um alerta para a base de atendimento, que pode fazer a abertura remotamente.

O mesmo vale para o fechamento de portas. Ou seja, quando uma porta não fecha automaticamente dentro do tempo, o sistema emite um alerta para a correção do problema.

4. Disponibilidade

A portaria virtual nunca vai ficar descoberta. Isso porque não existe o risco de um operador ter que ir ao banheiro e deixar a sua função por alguns minutos, pois o time de profissionais trabalha em regime de trocas de turno, sendo capacitado para as atividades de monitoramento.

Os funcionários são aptos a observar várias portarias de maneira integral e centralizada. Isso, sem contar que medidas de contingência são instaladas para prevenir situações como perda de conexão, panes elétricas ou falhas dos equipamentos.

ausência de operadores no local de entrada do condomínio acaba excluindo eventuais liberações incorretas. O funcionário, por estar monitorando o sistema a distância, não tem contato direto com os visitantes. Logo, não existe a possibilidade de ele liberar o acesso de pessoas conhecidas, familiares ou amigos que não tenham permissão para entrar no local.

Outro ponto importante é que todos os colaboradores da portaria virtual passam por treinamento específico para dominar a tecnologia e, ainda, realizam constantemente cursos de aperfeiçoamento e capacitação. Isso resulta em um serviço de alta qualidade, que impactará positivamente o bem-estar de todos os condôminos.

5. Registros rastreáveis

Um sistema de portaria virtual para condomínio também permite a rastreabilidade de registros, o que é importante em casos de situações que precisam ser esclarecidas.

Por exemplo, em uma situação de atrito ou divergência dentro do condomínio, não fica apenas a palavra do síndico contra a do morador ou prestador de serviço. É possível obter material comprobatório para certificar o que realmente aconteceu.

Além disso, o sistema consegue ajustar o vídeo com o áudio de tudo o que acontece nas entradas e nas saídas do condomínio. Ou seja, a portaria remota oferece relatório de imagens, acessos e gravação do atendimento com o operador.

Nesse sentido, a solução de portaria inteligente para condomínio do Grupo Unifort, oferece ao síndico um relatório sobre todos os acessos ao condomínio. Nesse relatório estão os dias e horários de maior movimentação, quantidade de toques de interfone e quantidade de abertura do portão de garagem ou da entrada de pedestres.

Assim, o síndico tem uma gestão mais estratégica, com o acompanhamento de processos do condomínio como um todo. Legal, né?

Para implementar a solução de portaria inteligente para condomínio, o ideal é contar com uma empresa de segurança especializada, que elabore um projeto personalizado, como o Grupo Unifort, líder e experiente no ramo na região da grande cuiabá – MT.

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Empresa de portaria virtual como escolher a melhor?

Para um sistema de segurança que realmente vá ser eficiente, é preciso tomar alguns cuidados na hora da escolha da empresa que será responsável pela instalação e monitoramento.

Por isso, separamos alguns pontos que podem ser úteis para decidir qual empresa contratar para prestar o serviço de portaria inteligente. São eles:

  • Credibilidade da empresa;
  • Bom planejamento estratégico;
  • Quadro de funcionários qualificados;
  • Qualidade do sistema de suporte e de manutenção;
  • Rapidez no tempo de resposta em casos de emergência;
  • Modernidade dos aparelhos oferecidos.

Como ocorre a instalação da Portaria Virtual?

Basicamente, a portaria inteligente consta com um sistema integrado através de aparelhos tecnológicos, somados a uma Central de Atendimento com profissionais qualificados.

Dessa forma, são utilizados diversos equipamentos e serviços de maneira complementar com o intuito de maximizar a segurança proporcionada.

Comumente, são utilizados os seguintes equipamentos e serviços no sistema de portaria inteligente:

  • Sistema de câmeras para monitoramento;
  • Alarmes;
  • Automatização das luzes;
  • Conexão com Central de Atendimento;
  • Portaria remota;
  • Armazenamento dos dados em nuvem;
  • Aplicativos para celulares disponíveis para os moradores.

São inúmeras as opções de equipamentos que podem ser integrados ao sistema de portaria inteligente. Por isso, antes da instalação é necessário traçar um plano de segurança com as prováveis estratégias que serão adotadas para cada caso.

É importante analisar as demandas de segurança do condomínio e através delas escolher os serviços mais propícios, de modo a viabilizar a maior proteção possível aos moradores.

Uma vez escolhido o melhor plano de ação, serão instalados os equipamentos que visam monitorar o acesso e, além disso, coibir ações criminosas.

Entenda a diferença entre portaria virtual e remota

Com a necessidade cada vez maior de maior segurança e a necessidade de reduzir os custos operacionais da gestão condominial, a busca por novas tecnologias tem se tornado uma realidade cada vez mais comum. O programa também começa a modernizar o dia a dia dos apartamentos à medida que o setor imobiliário evolui, implementando entrada inteligente, virtual ou remota para automatizar o acesso aos apartamentos.
Se você é proprietário ou morador, deve estar se perguntando qual a melhor solução a adotar para o seu apartamento, certo? É para esclarecer essas confusões que neste artigo explicaremos a diferença entre a entrada inteligente, virtual ou remota e as diferentes tecnologias de segurança privada disponíveis no mercado.

Uma rápida pesquisa na internet revelará um aumento de roubos e assaltos em apartamentos residenciais. Em muitos casos, os incidentes ocorreram como resultado de erro humano. Isso porque os ladrões estão ficando mais criativos quando se trata de invadir apartamentos residenciais. Este é um fator que impulsiona a busca por equipamentos de segurança mais fortes perto de edifícios.

Embora essas soluções possam parecer semelhantes, pois ambas são usadas para automação de portas, existem diferenças significativas entre portas inteligentes, virtuais e remotas.

Por exemplo, ao optar por implementar uma entrada inteligente, não há mais um profissional na entrada do apartamento, e há comunicação direta entre visitantes e moradores, muitas vezes via interfone – exigindo que o proprietário autorize qualquer acesso em casa. Isso não garante proteção adequada contra tentativas de arrombamento de apartamentos e acesso por pessoas não autorizadas, nem impede a manutenção de registros gerais de acesso a edifícios.
Ao contrário de uma portaria inteligente ou virtual, uma portaria remota controla o acesso aos apartamentos remotamente e facilita toda a gestão dos apartamentos. Dessa forma, a solução não deixa apartamentos, moradores, visitantes e prestadores de serviço desassistidos, garantindo o controle, monitoramento e registro em tempo real de tudo o que acontece na edificação.

A tecnologia pode registrar e registrar as entradas e saídas de moradores, visitantes e prestadores de serviço, sejam pedestres ou veículos, por meio de um único sistema. Dessa forma, a solução auxilia os síndicos a acompanharem todo o processo de gestão condominial.

Entregas e delivery em condominios com portaria virtual

Como ficam os serviços de entrega, delivery e outros tipos de visitas ao condomínio que utiliza uma portaria virtual?

Um ponto muito discutido pelos administradores de condomínios é o das entregas e serviços. Em uma portaria remota, quem irá receber os pacotes? Afinal, não existe porteiro nesse modelo de portaria.

O caso de entregas é bem simples de ser resolvido e há duas situações possíveis para esse cenário, que você verá abaixo.

Na primeira, as encomendas serão recebidas por um zelador que irá encaminhar os pacotes para os respectivos moradores ou apenas armazená-los até o momento que eles decidam por buscá-los.

Uma segunda opção é automatizar a Guarita ou outra sala e ao final do dia o zelador informa a central o relatório de entregas que estão pendentes. A central pode abrir a porta para o morador retirar sua encomenda a qualquer momento, 24 horas por dia.

Se no condomínio não existe um zelador (o que é raro, mas pode acontecer), a entrega funcionará de maneira um pouco diferente: o condômino atenderá o entregador. O profissional responsável pela entrega irá interfonar e, através do sistema de portaria virtual, o morador será notificado e deverá ir buscar a encomenda após o contato via sistema.

As entregas de comida solicitadas através dos aplicativos funcionarão de maneira semelhante: ao chegar no condomínio, o entregador passará pela triagem do sistema e o morador receberá o contato de que o delivery chegou. Assim, ele deverá descer até a portaria para fazer a retirada de seu pedido.

Não é tão diferente assim do modelo tradicional de portarias. A mudança mais significativa aqui é que não existirá um terceiro agente agindo presencialmente nessas situações. Tudo poderá ser resolvido diretamente entre os entregadores e moradores. O importante aqui é que os moradores saibam das regras e do funcionamento dessas questões quando uma portaria virtual for implementada em seu condomínio.

Profissionais que prestam serviços regularmente dentro das dependências do condomínio receberão também um acesso para ser utilizado na portaria virtual. O morador para quem o profissional prestará o serviço ficará responsável por definir os dias de entrada e saída.

O que acontece se a internet falhar ou a luz acabar?

Essa é uma das perguntas recorrentes que são feitas quando o assunto é portaria virtual.

Para que a instalação de uma portaria remota ocorra, é necessário que exista um segundo suporte de internet dentro do condomínio, para os casos de o primeiro falhar. Assim, a conexão será trocada na hora e nenhum dos moradores será afetado.

Caso a luz acabe, o gerador irá suportar o sistema por até 12 horas e, durante esse período, ele funcionará normalmente e o atendimento da central e a abertura dos portões funcionarão sem interrupção. No entanto, isso dependerá dos moradores para liberar o acesso, indo até a entrada do condomínio. Por isso é importante que os condomínios tenham dispositivos prontos para suprir a energia da portaria virtual em casos de falhas exteriores. Assim, a segurança dos moradores não será colocada em risco.

PORTARIA REMOTA

Gerencie de forma simplificada a entrada de pessoas autorizadas ou até mesmo bloqueie os não autorizados nos diferentes ambientes do condomínio e garanta a segurança de todos através dos dispositivos de leitura facial, biometria, tag de segurança e APP Unifort Condomínio

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Automação
para portarias

Através de tecnologia de ponta, garantimos melhor e mais eficiente performance no atendimento ao controle e gerenciamento de acesso as portarias.

Todas as entradas, saídas, entregas, correspondências e entre outros, são controlados e monitorados 24 horas por dia, durante sete dias da semana, por profissionais que atuam diretamente de uma central de monitoramento à distância.

Em Mato Grosso, o Grupo Unifort é referência e especialista em segurança privada, e dispõe da mais sofisticada Central de Controle Operacional (CCO) para gerenciamento da Portaria Remota.

PORTARIA REMOTA

Através de monitoração por imagens 24h, as permissões de acessos são liberados pelo central de operações, onde o atendente avisa o proprietário e somente após a autorização libera a entrada ou saída.

Em um interfone, o visitante digita o número da unidade que vai acessar e o morador utiliza um celular e aplicativo instalado, atende imediatamente, com som e áudio ao vivo.

PORTARIA AUTÔNOMA

Nesse serviço as permissões de acessos e outras liberações são efetuadas diretamente pelos proprietários e/ou moradores, através de sistemas de câmeras controladas por smartphones/celular.

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Equipe de pronta resposta

Com uma ampla equipe de apoio tático, nos estamos em pontos estratégicos da cidade de Cuiabá e somos conhecidos pelo melhor e mais eficiente serviço de pronta resposta do Estado de Mato Grosso, especialmente em regiões de risco com atuação rápida e dentro dos padrões de segurança exigidos pelo órgão de segurança.

Nossas tecnologias de comunicação garante rápida interligação entre nossas duas centrais de monitoramento 24h e nossa equipe de apoio terrestre (carro e moto) e aéreo, resultando em uma melhor eficiência em nossas ações de recuperação de cargas e veículos proveniente de roubo ou furto.

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